SECRETS - capítulo 19 - I LOVE IS WITHIN YOU






(vou postar fotos deles também <3)




Lucy: Isso ai. – sorrio


CHEGUEI EM CASA, subi direto para o quarto. Pego minha bolsa e desço para o escritório do Justin. Vou começar a fazer o planejamento da empresa. Tudo tem que está a minha cara, e acho que vou passar o dia todo aqui. Só assim ocupo meu tempo aqui nesta casa. O Marley está aqui na sala deitado sobre o tapete enorme. Vou para a cadeira do Justin e me sento ali, afasto um pouco alguma coisas da mesa e coloco um papel enorme. Começo a desenhar ali, deixando as ideias fluírem para o papel.

16:00 DA TARDE e ainda estou aqui. A Lisa trouxe meu almoço, comi só um pouco pois não estava com tanta fome assim. Comi quase os pãozinho todo. O projeto está cada vez melhor, está saindo igualzinho do jeito que eu pensei.


O resto da tarde se arrasta e eu resolvo parar um pouco e mandar uma mensagem para o Justin, escrevo:

“ Estou trabalhando em projeto para a empresa. Estou empolgada pra você ver.
Como você está? Está fazendo o que?”

Não demora muito e ele me responde

“ Oh, que maravilha. Vejo que encontrou algo pra fazer Srta. Hale. Estou ansioso para poder ver , acredito que esteja uma maravilha. E eu estou bem, daqui a pouco estou indo. Estou acabando de fazer algumas aquisições de sempre. Estou entediado já.”

Ah, como eu queria tirar você do tédio agora Justin. Sorriu com meus pensamentos ousados e respondo.

“ Quero te ver logo, tudo aqui é muito tedioso quando você não está. Apesar de eu ter me ocupado bastante hoje. Vou está te esperando.
Beijos da sua teimosa!”

Ele responde:

“Vejo você em breve. Beijos teimosa. “

Deixo meu celular de lado e volto a trabalhar. Por um momento lembro da Jazzy, ela deve estar se divertindo muito por lá. Nem tive tempo pra ligar pra ela, quer dizer, tempo eu tive mas minha cabeça anda tão confusa. Tenho que me lembrar de ligar pra ela.

18:30 e eu ainda continuo aqui, terminei de desenhar, são pequenas mudanças então não demora muito. Estou só anotando aonde vai ser tudo aqui. O estúdio tem que ser do jeito que eu sempre sonhei. Ainda bem que fiz um curso de arquitetura, pena que não quis me formar nessa profissão. Antes de cruzar meus olhos com o dele, eu já sinto que ele está aqui, o Justin chegou. Ele me abraça por trás e eu sinto uma eletricidade percorrendo meu corpo inteiro, da ponta dos pés ao fio de cabelo. Ele beija meu cabelo atrás e eu me viro pra ele.

Justin: Oi. – murmura

Lucy: Oi – respondo

Ele me lança um sorriso e me da um selinho.

Justin: Estava com saudades. – ele me puxa mais pra junto de si

Lucy: Eu nem senti muito. – Finjo. – O Marley me fez companhia o dia todo.

Justin: Bom trabalho Marley, mas ela é minha. – ele fala olhando para o Marley, com humor - e desde de quando você e o Marley se dão bem assim?

Lucy: Ah, de uns dias pra cá ele tem sido a única companhia que eu tenho.

Justin: Isso quer dizer que eu estou muito ausente Srta. Hale?

Lucy: Isso mesmo Sr. Bieber. É bom você se organizar, porque se não você vai perder pra concorrência. – rir

Justin: E essa concorrência é o Marley? Porque se for eu fico feliz, pelo menos não é um qualquer.

Lucy: Então você prefere me perder pra um cachorro do que para um homem?

Justin: Logico. – ele sorri - O cachorro é meu, por tanto você será minha de qualquer jeito.

Lucy: kkkkk, ta bom. – dou um selinho – Antes de qualquer coisa quero te mostrar meu projeto. – me virei, ficando de costa pra ele

Ele sai de trás de mim e fica na lateral da mesa observando o desenho.

Lucy: E ai, o que achou?

Justin: parabéns, está perfeito. – ele faz uma cara de quem gostou

Lucy: Que bom, quero começar isso logo semana que vem.

Justin: Precisa de minha ajuda pra alguma coisa?

Lucy: Não, você ajudou demais já. Eu mesma vou contratar uma equipe pra ir trabalhando nisso, e já 
sei quem pode fazer isso.

Justin: Quem?

Lucy: O Jaxon claro.

Justin: Assim, bem pensado.

Lucy: Perai, só vou terminar de colocar os nomes onde vai ser tudo aqui.

Justin: Tudo bem. – ele se senta na sua cadeira

Me estico na mesa pra poder escrever no papel, bem não é uma posição legal mas... Olho de lado para o Justin e vejo que ele está olhando pra minha bunda. Rir com isso, e ele diz:

Justin: Acha isso engraçado Lucy?

Lucy: Com certeza Justin.

Justin: Essa é uma posição boa. – ele da um tapa na minha bunda fazendo eu da um gritinho

Ele levanta da cadeira e vai até uma mesinha onde se encontra um uísque, ele coloca gelo no copo e coloca um pouco de uísque lá.

Justin: Você quer?

Faço que sim com a cabeça e levo minha atenção até o projeto, quero terminar logo. Apesar de está cansada um pouco, quero o Justin. Ele vem e me da um dos copos e se senta na cadeira de novo, bebendo.

Depois de um tempo, termino o que tem de fazer por hoje. Guardo o projeto e sento na mesa de frente para o Justin que está sentado na cadeira.

Lucy: Como foi na empresa?

Justin: Acho que você não gostaria de saber.

Lucy: Gosto de saber de tudo.

Ele começa a falar do seu dia de trabalho, realmente é tedioso. Mas ainda sim escuto com atenção e paciência.

Lucy: Dia cheio e muito tedioso.

Justin: Pois é. – ele concorda

Lucy: E o que você quer fazer agora? – bebo mais um gole do meu uísque
Justin: Gostaria de me perder no labirinto do seu corpo. – seus olhos começam a escurecer – Claro, se você não estiver muito cansada.

Lucy: Estou cansada. Mas eu esperei o dia todo pra gente terminar o que a gente começou no carro.

Justin: é mesmo Srta. Hale?



Balanço a cabeça em sinal de sim. Pego seu copo e coloco junto ao meu na mesa. Sento no seu colo e começo a beija-lo. Começo a tirar seu terno. Paro o beijo pra olhar pra ele, seus olhos completamente possesso de desejo. Jogo seu terno na mesa e começo a desabotoar sua camisa, bem devagar. Uma vez sem a camisa, ele se levanta e me coloca na mesa. Tiro minha blusa revelando meu sutiã azul, ele não tira os olhos dos meus. 

Justin: São lindos. – ele olha rapidamente para os meus seios


Puxo seu braço pra ele chegar mais perto de mim e nosso lábios se tocam. Ele me pega pela bunda pra si, sua mão percorre das cochas até a bunda várias e várias vezes. Ele sobe a mão pra minha cintura e depois aperta meus dois seios dando beijos leves em cada um dele, me fazendo gemer. Estou na ponta da mesa, ele entre minhas pernas abertas, flexionando sua ereção crescente contra minha intimidade. Ele começa a movimentar sua bunda, e empurra cada vez mais sua ereção contra mim. Começo a me esfregar nele também, beijando seu pescoço, ele continua com a tortura e eu também. 
Ele pode ser o causador dos meus problemas, mas com ele, pelo menos quando estamos nos amando eu esqueço tudo, tudo. As minhas preocupações diárias, os problemas, tudo. Aqui, bem aqui nos braços dele me sinto bem, acolhida. 
Ele segura minha nuca me puxa para os seus lábios, sua língua entrelaçada com a minha, faminta uma da outra. Desço minha mão pelo seus músculos, sua barriga dividida, e chego até a barra da sua calça. Coloco uma das minhas mãos lá e agarro seu pau com vontade. Massageando, masturbando-o, desejando, ele solta um gemido alto. 

Justin: Isso é bom. – ele sussurra

Continuo ali, até bater um de repente nele e ele tira a calça com tudo. Ele abre uma das suas gavetas da mesa e tira uma camisinha de lá. Bem lembrado Justin.

Justin: Quer fazer isso? – ele pergunta, cheio de malicia

Faço que sim com a cabeça e pego da sua mão. Rasgo o papel e bem devagar coloco a camisinha nele. Ele sorri e me tira da mesa, bem devagar ele desabotoa meu short e abaixa o zíper. Ele vai descendo e eu dou um passo para o lado saindo do short. Ainda agachado, sinto seus lábios na minha pele, no meio das minhas pernas,  e subindo, subindo, e da um beijo lá pela a calcinha mesmo e agarra a calcinha e abaixa de uma vez, levanto um pé de cada vez pra ele tirar a calcinha e depois ele se põe de pé e me coloca sentada na mesa de novo. Ele esfrega seu nariz no meu, e depois junta nossos lábios, e entra e mim. Agarro seus braços fortes e jogo um pouco meu corpo pra trás, meu quadril indo recebe-lo. Ele sai de dentro de mim e me preenche de novo, faz isso várias vezes, mas de um jeito tão gostoso, tão devagar. Ele me puxa ainda mais pra ele quando para e fica dentro de mim, seus dentes passando pelo meu queixo.

Justin: Eu amo ficar dentro de você, é meu lugar preferido. – ele sussurra – Dentro de você Lucy.

Ele começa se movimentar e eu saboreio ele dentro de mim, fazendo aqueles movimentos lentos, sentindo cada centímetro do seu membro. Me entrego a seu ritmo enlouquecedor e trago seus lábios até meu pescoço, onde sinto sua respiração cada vez mais ofegante. Envolvo meu braço em seu pescoço e ele me carrega, estou presa a ele. Ele segura minha bunda e começa a fazer eu subi e descer, mas tudo bem devagar, sentindo o prazer de ter ele dentro de mim. Ainda com aqueles movimentos, acabo atingindo meu orgasmo.

Justin: Lucy, Lucy. – ele solta um suspiro se entregando ao clímax.


ESTAMOS NO CHÃO, ele encostado na parede e eu montada nele, ainda dentro de mim. Sinto seu pau pulsando dentro de mim. Descanso minha cabeça no seu ombro e ficamos ali por um longo tempo, estou tão cansada, ele também. Estou quase cochilando em seu ombro, meus pensamentos leve, só pensando no que acabamos de fazer, e fizemos amor, amor.

Justin: Eu amo você, eu amo fazer amor com você. – ele murmura 

Lucy: Eu também amo, muito.

Justin: Você é a melhor coisa que aconteceu na minha vida, você não tem noção. Com você todos os medos desaparecem, eu  não tenho necessidade de mais nada, só de você, e eu me sinto tão vivo com você. Esqueço de tudo, principalmente do meu passado. – ele fala acariciando o meio de minhas costas.

Como é bom ouvir essas coisas dele, como é bom se sentir amada, única na vida de alguém. Porque eu sei que ele não tem olhos pra nenhuma outra, eu sinto que meu problemático me ama, e me deseja intensamente, e que me adora. E meu amor é todo dele e de mais ninguém.

Justin: Vamos tomar banho. – ele levanta a minha bunda e sai de dentro de mim, me fazendo estremecer.

Lucy: Justin. – me agarro nele. Quando ele sai de dentro de mim sinto um necessidade enorme de ter ele de novo.

Justin: Já está ficando tarde. – ele me olha

Levanto de vagar e depois ele se levanta. Ele tira a camisinha e deixa no chão sem cerimonia. 
Ninguém vai entrar aqui? E se verem?

Justin: Odeio usar isso. 

Lucy: Justin, a Lisa não entra aqui?

Justin: Quando vai limpar.

Lucy: Então tira isso dai. – fico todo vermelha

Justin: Ah, deixa ai, depois eu venho tirar.

Lucy: E se ela ver?

Justin: Ela vai saber que nos transamos e pronto.

Lucy: Ah, claro. – falo com ironia

Justin: Venha. – ele pega seu paletó e coloca em mim

Visto minha calcinha enquanto ele veste sua cueca.

Lucy: Justin, se alguém tiver ai fora?

Justin: A Lisa deve está na cozinha.

Lucy: Mas e se Will tiver ai.

Justin: Ninguém vai está ai Lucy, pare de se preocupar. – ele me pega no colo me fazendo da um grito – Você fala demais, vamos.

Ele sai do escritório comigo no colo e bem que eu falei a Lisa está na sala arrumando, me encolho nos braços do Justin morrendo de vergonha.

Justin: É, desculpa Lisa.

Lisa: Não, é... eu vou pra cozinha. – ela gaguejou.

Ela sai pra cozinha de cabeça baixa e o Justin sobe comigo. Quando chegamos no quarto ele me coloca no chão

Lucy: Viu, eu te disse.

Justin: Você viu a cara dela? Kkkk – ele começa a rir

Lucy: Nem pude olha-la, estava morrendo de vergonha.

Justin: Acho que ela nunca ficou tão constrangida assim.

Lucy: Imagino. – vou para o banheiro deixando o paletó no chão do quarto

Ele vem atrás de mim e fecha a porta. Tiro minha calcinha e ele rapidamente se livra da cueca. Ele fica atrás de mim e tira meu sutiã que nem precisei tirar na hora lá. Agora estamos nus. Sigo para o chuveiro, fecho os olhos e deixo água descer sobre meu corpo. Ah, isso é bom. Sinto a mão do Justin na minha cintura, me ensaboando. Abro os olhos e sorriu pra ele, é bom ter as mãos dele em mim. Ele começa a ensaboar em todos os lugares: Barriga, ombros, pescoço, coxas, bunda, axilas, costas, pernas, seios e logo passa a mão pelo o meio das minhas pernas, subindo e ensaboando lá. – ah, como é bom – Isso é tão gostoso, intimo. Ele tira a mão e eu me ponho debaixo do chuveiro de novo. Depois de tirar todo sabão do meu corpo, pego o sabão, coloco um pouco na mão e começo a passar em seu peitoral. Com o meu toque ele fecha os olhos e eu deslizo minhas mãos para seus ombros, depois passo na sua barriga, sua respiração ofegante, o maxilar travado, tão sexy. Ponho mais sabão na mão e ele se vira de costas, coloco minhas mãos na suas costas largas e massageio ali um pouco, e ele relaxa. 
Como eu amo ele. Cada vez que eu penso em desistir, eu penso no quanto ele está feliz comigo, no quanto ele precisa de amor, do quanto ele me ama. 
Continuo ensaboando ele nos mesmo lugares que ele me ensaboo. Ele se coloca de baixo do chuveiro e a água leva todo sabão do seu corpo. Quando ele abre os olhos ele sorri pra mim e eu retribuo. 

Justin: Me admirando? – ele fala com humor

Lucy: Uhum. – balanço a cabeça – Eu te amo tanto.

Ele balança a cabeça com negatividade, não acreditando nas minhas palavras.

Lucy: É serio, você sabe disso. – abraço ele

Justin: Eu sei, eu sei. –sussurra – Só não acho merecedor disso, ainda mais vindo de você.

Lucy: Não ache isso. Você merece sim, merece todo o meu amor. – beijo seu peitoral

Justin: Eu te amo também, de verdade – ele beija minha cabeça

Lucy: Eu sei, você me ama. – fico na ponta do pé e beijo.

Ficamos um tempo ali namorando, depois o Justin pega a minha mão e saímos do boxe. Ele me envolve em uma toalha grande e depois coloca uma na sua cintura. Pego uma toalha pequena e começo a enxugar meu cabelo delicadamente, de frente para o espelho enorme do banheiro. Lembro da minha mãe. Adorava quando ela enxugava meus cabelos e depois penteava e cantava a musica. Eu queria tanto que ela ficasse do meu lado neste momento, mas eu sei que é muito difícil pra ela. Nem tenho coragem de ligar pra casa, de ouvir ela falando que vai me afastar do Justin, que eu não vou ser feliz. – aperto os olhos, tentando esquecer aquelas palavras – Quando abro meus olhos encontram o do Justin no espelho.

Justin: Posso fazer isso? – ele pergunta

Faço que sim com a cabeça e ele pega a toalha da minha mão. Ele começa a secar meu cabelo com delicadeza e relaxo. Ele é tão bom comigo. As vezes nem acredito que foi ele que matou meu irmão. As vezes parece ser tudo um pesadelo, ou um sonho, sei lá. Quando ele termina, envolvo a toalha na minha cabeça e olho para o espelho de novo.

Justin: Você é linda.

Lucy: E você é muito sexy de toalha. – sorriu

ESTAMOS DEITADOS NA cama, eu estou de bruços e ele está de lado me olhando, seus olhos quase fechando por conta do cansaço. 

Lucy: Está cansado. – falo

Justin: Estou mesmo.

Lucy: Amanha você não vai trabalhar né?

Justin: Não. – ele responde

Lucy: O que vamos fazer amanha?

Justin: Vou te levar em um lugar.

Lucy: Onde? – pergunto, curiosa

Justin: Você vai ver.

Lucy: E os meninos?

Justin: Eles podem vim aqui de noite.

Lucy: Porque eles sempre vem na sexta?

Justin: Quando eu sai da cadeia, eu fui logo para um psicólogo. Ele se chama Dr. Sam, ele me ajudou a me controlar. Eu sempre contava tudo pra ele, falava do que estava sentindo, era o único em quem eu confiava plenamente, e confio até hoje. Teve um tempo que eu queria ficar sozinho, isolado do mundo, passava o dia todo naquele quarto, olhando as fotos dela. – ele suspira – E ai ele teve a ideia de trazer todos pra perto de mim, todos os meus amigos e familiares. Ele conversou com todos e todos concordaram, todos estavam disposto a me ajudar. Então toda sexta-feira os meninos começaram a vim pra cá, ou eu ia pra  algum lugar com eles, sempre faziam um programinha diferente pra tentar me animar. E desde então nunca pararam.

Então ele precisou de acompanhamento de um psicólogo. Não pensei que fosse tão grave assim. Ele realmente ficou mal.

Lucy: Ah. Isso é legal.

Justin: É sim.

Lucy: Você ainda tem contato com o Dr. Sam?

Justin: Sim, sim. Pelo menos uma vez no mês eu tenho que vê-lo. Ele gosta de saber como eu estou.

Lucy: Você já foi esse mês?

Justin: Ainda não. A gente sempre marca para o final do mês.

Lucy: Quando você for, eu posso ir? – pergunto. Por que eu quero ir mesmo?

Depois de um tempo em silêncio ele diz que sim.

Justin: Ele vai ficar surpreso.

Lucy: Por que?

Justin: Porque ele não vai acreditar que depois de muito tempo eu encontrei um outro alguém. – ele fala serio

Ele me da um beijo no rosto e volta a me olhar.

Lucy: Estou ansiosa para vê-lo.

Justin: Logo, logo você vai ver. – ele sorri – Agora vou dormir um pouco, estou cansado.

Lucy: Eu sei. Durma! – ordeno

Ele fecha os olhos e logo pega no sono. Mesmo eu estando cansada eu não paro de olha-lo. Passo a mão pelo seu rosto fazendo carinho e ele suspira. Eu nunca pensei que iria me ver neste estado que estou, apaixonada. Estou simplesmente amando ele. Eu poderia ficar horas e horas olhando ele dormir e ainda sim não me cansaria. Eu poderia ficar observando cada detalhe do seu rosto, principalmente um pequeno sinal que ele tem no canto direito da sua boca, poderia passar horas tocando cada tatuagem do seu corpo, tatuagens sem sentidos pra mim, mas que pra ele tem muito. Eu poderia ficar acariciando sua pele macia e nunca iria me cansar. Eu faria tudo pra manter ele perto de mim, mesmo as vezes querendo ficar longe. Eu sou incapaz de deixar ele por um ato do passado, ato que ainda doí quando é lembrado. Mas ele abriu mão do passado dele por mim, eu tinha que fazer o mesmo. Eu simplesmente não posso viver no passado. Sei que eu estou indo contra a dor de todos, mas são meus princípios, é a minha felicidade e o homem que eu amo em jogo. Não posso simplesmente jogar tudo fora como se não significasse nada pra mim. Ficar longe dele foi doloroso demais, tive que conviver com a dor por meses, meses que nunca mais quero que volte. Enquanto ele me quiser perto, enquanto ele me amar, enquanto eu me sentir amada, eu vou cuidar dele, vou encher de mimos, e de carinhos e de amor. Eu vou cuidar dele, mas do que cuido de mim. Porque eu sei do quanto ele precisa do meu carinho, do meu amor. Parece um homem forte, poderoso, mas que ainda precisa de carinho, de alguém do seu lado. E ele me escolheu, o coração dele me escolheu. E por isso vou aguentar os dias dele de mau humor, das crises repentinas, as brigas bobas, vou aguentar tudo.
 Ele da um sorrisinho de lado, parece está sonhando, e parece um sonho bom. Sorrio com aquilo, é tão bom ver ele relaxado. Fico mais alguns minutos olhando ele e de repente eu pego no sono.


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Capítulo 19 pra vocês leitoras.  O que vocês estão achando da IB? O que vocês acham que deveria acontecer ao decorrer da IB?

Pelo amor de Deus gente, comentem por favor. Não deixem de comentar não. É frustrante chegar aqui e ver que só tem um ou dois comentários. Eu preciso de motivação, todos nós precisamos, então comentem. Vou postar agora quando tiver 4 ou 5 comentários. 
E divulguem também por favor.

beijos

Tai

SECRETS - capítulo 18 - LITTLE SCARE
















Começamos de novo, o desejo percorrendo pelo meu corpo de novo. Acho que nunca vou me cansar dele, nunca.

ESTOU ATRAVESSADA NA cama, esgotada. Ainda são 21:00 da noite e eu estou cansada e não fiz nada hoje, nada além... solto um riso. O Justin aparece em sua cueca box preta, mas logo vesti um short folgado, mostrando a metade de sua bunda.

Justin: Você almoçou hoje?

Lucy: Não. – reviro os olhos já sabendo que ele vai me tirar da cama pra eu comer

Justin: Pois é , ainda bem que você já sabe. E não revire os olhos pra mim quando estou certo. Você 
precisa se alimentar.

Lucy: Estou cansada. – fecho os olhos

Justin: Não durma! – ele ordena, fazendo eu abrir os olhos – Vamos jantar, a Lisa deve ter preparado alguma coisa.

Lucy: Se eu não quiser ir? – desafio ele e levanto da cama

Justin: Eu vou ter que ser obrigado a fazer o mesmo que eu fiz hoje de manhã, e pelo o que me lembro, você não gostou muito.

Lucy: Ta, não precisa. – levanto as mãos e saio andando pra fora do quarto – Insuportável – resmungo

Justin: Eu ouvi isso.

Olho pra ele de canto de olho e vejo que ele está com um sorrisinho no rosto. Desço e ele vem atrás de mim. Marley está esparramado no chão da sala, mas logo levanta quando ver a gente descendo. Ele vem até nós, e começa a latir.

Justin: E ai amigão, como foi seu dia hoje? – ele faz carinho nele – você tomou conta da mocinha 
aqui? – ele me olha com um sorriso no rosto

Lucy: Ninguém precisa tomar conta de mim. – falo como uma menina rebelde

Justin: Ah, precisa sim. – ele me agarra por trás e vamos até a cozinha

Logo quando chegamos na cozinha somos recebido pelo largo sorriso da Lisa, que parece estar feliz em saber que ela não fez o jantar em vão. O Justin se senta em um dos bancos, e eu sento ao seu lado.

Lisa: Jantar?

Justin: por favor. – responde

Ela põe os pratos já com comida na nossa frente e o Justin da logo uma garfada.

Justin: Está gostoso. – ele elogia

Lisa: obrigada! – ela agradece – Vinho?

Justin: sim. -Ela trás o vinho e coloca um pouco nas duas taças.

A comida está realmente gostosa, apesar que não estou com tanta fome. Acho que me acostumei ficar sem comer depois de muitos dias sem me alimentar bem... estremeço só de lembrar desses dias. Como mesmo assim, se não o senhor mandão vai reclamar. Ele quebra o silêncio entre nós e me pergunta sobre minha mãe.

Justin: E então, vai tentar falar com sua mãe de novo?

Lucy: Eu não sei. – dou mais uma garfada na comida – Ela é impossível.

Justin: Ela quer você longe de mim, quer proteger sua menininha do cara problemático. Não tiro a razão dele, mas não posso simplesmente deixar você ir.

Lucy: Ela falou que ia fazer de tudo pra me afastar de você. E o pior é que quando ela quer uma coisa, ela acaba conseguindo, minha mãe nunca foi de desistir tão fácil.

Justin: Você teve a quem puxar.

Lucy: Pois é... mas ela nunca tinha falado comigo da forma em que ela falou no telefone. E ainda tem meu pai, o Lucas.

Justin: Seu irmão não pode falar nada, ele está namorando a minha irmã.

Lucy: Mas não foi a Jazzy que matou meu irmão. – minha voz sai um pouco alta

Ele me olha e apoia sua cabeça em suas mãos, e o cotovelo em cima da mesa. Eu sei, não deveria ter falado assim com ele. Ele só está tentando ajudar. Mas só que as vezes bate uma raiva de saber que foi ele quem matou. Poderia ser qualquer um, menos ele. Mas também não é legal ficar jogando tudo isso na cara dele, eu escolhi ficar, eu escolhi ama-lo mesmo ele sendo o culpado de tudo, então não posso reclamar disso. E ele tem sido tão paciente, tão protetor, tão perfeito comigo.

Lucy: Me desculpe, me desculpe.- tento mudar aquele clima chato – É que as vezes passa tudo na minha mente e bate uma raiva. Mas me desculpa, eu não deveria está jogando isso na sua cara. – Passo a mão pela sua cabeça – Jus, me desculpa.

Ele tira a mão da cabeça e me olha.

Justin: Eu entendo. Não precisa pedir desculpas, sei como se sente.

Lucy: Mas eu estou errada. Eu escolhi ficar com você, eu escolhi te amar, escolhi deixar o passado pra trás, então não posso jogar isso na sua cara sempre que tocarmos neste assunto. E você tem abrido mão do passado por mim, tem feito tantas coisas pra me agradar. – fico em silêncio – Merecemos ser feliz, sem o passado pra nos perturbar.

Justin: Ta bom, deixa pra lá. – ele da um sorriso de canto de boca

Lucy: Eu vou falar com  minha mãe, vou falar com meu pai, vou tentar fazer isso da melhor possível. – suspiro

O Justin faz um sinal pra Lisa e ela pega os pratos e coloca na pia. Levantamos e voltamos para o quarto. Escovo os meus dentes e o Justin também. Depois deito na cama e o Justin vem com seu Macbook e senta do meu lado enquanto estou deitada de bunda pra cima, olhando para ele.

Lucy: O que você vai fazer?

Justin: Preciso responder alguns e-mails. – ele fica serio

Uau, ele serio é ainda mais sexy.

Lucy: Sobre o quarto...

Justin: Hm – ele mantem os olhos no mac – O que achou?

Lucy: Acho que você precisa se tratar. – brinco e ele faz um cara feia

Justin: É mesmo Srta. Hale?

Lucy: Uhum. – rio

Justin: Está rindo de mim? – pergunta

Lucy: Estou. Vai fazer alguma coisa por causa disso Bieber?

Justin: Gostaria se não tivesse que responder alguns e-mails urgentes. – ele sorri – E eu preciso mais de você do que qualquer coisa. – ela fala serio


Sorri pra ele e fico calada só observando ele trabalhar. Depois de um tempo ele fecha o mac e se deita.

Justin: Venha, vamos dormir. – me puxa para seu peito

Lucy: Boa noite Jus.

Justin: Boa noite Teimosa.

QUANDO ABRO OS olhos já são 09:00 da manhã, a luz do dia iluminando o quarto. Eu ainda estou com sono, mas tenho planos pra hoje. Não quero ficar em casa em plena quinta-feira, sem fazer nada enquanto o Justin trabalha.

Justin: Oi – murmura Justin, sorrindo pra mim. 

Como é bom acordar e ver um sorriso desses. Ele não está com as roupas de ontem, está vestido com uma camiseta e uma calça moletom.

Lucy: Oi – respondo, devolvendo o sorriso

Justin: Dormiu bem? – pergunta

Lucy: Dormir, mas ainda estou com sono. – faço biquinho e ele me beija

Justin: Então por quê não volta a dormir?

Lucy: Porque eu não quero passar o dia na cama, tenho planos pra hoje.

Justin: Tem é? – ele pergunta e eu respondo que sim – Posso saber quais são?

Lucy: Vou sair pra procurar um local para abrir meu escritório – respondo

Justin: ah, tome. – ele tira uma chave do bolso e mim entrega

Lucy: O que é isso? – franzo a testa

Justin: Espero que não se importe mas eu comprei uma empresa pra você. Você pode mudar o nome e tal, fazer algumas modificações no local, e contratar novas pessoas. – ele explica. Eu nem acredito que ele fez isso.

Lucy: Justin, quando você fez isso? – pergunto. Ainda não acreditando no que ele fez.

Justin: Eu vi que você tinha gostado de uma e até tinha conversado com o dono, ai eu comecei a 
pesquisar com a ajuda do Chaz, e entrei em acordo com o dono da empresa e acabei comprando. – resume

Lucy: Realmente, você precisa se tratar. – reviro os olhos – Como você faz isso sem me consultar Justin? É meu futuro, eu gostaria de estar a parte de tudo. – explico, não contendo a irritação na minha voz – E ainda você comprou, deve ter pagado uma fortuna.

Justin: Está irritada?

Lucy: Sim, sim, estou irritada. Não era algo que eu esperava.

Justin: Desculpa, eu não pensei que você fosse ficar tão irritada por causa disso.

Lucy: Fico ainda mais em saber que foi com o seu dinheiro.

Justin: Não foi nada demais, nada do que eu não possa pagar. Tenho dinheiro Lucy. – ele fala com todo orgulho

Lucy: Eu também tenho Justin. – rebato. Eu realmente tenho – Eu poderia ter comprado com meu próprio dinheiro.

Justin: Foi um presente.

Lucy: Um presente muito caro por sinal, não vou aceitar. – Coloco a chave na cama. Apesar de gostar de coisas caras, eu realmente não gostava de ver ninguém pagando nada pra mim. 

Justin: Lucy, por favor. Eu não gastei meu dinheiro em vão.

Lucy: Eu não te pedi nada. – falei como uma criança emburrada

Justin: Então não aceite como um presente, mas aceite como um pagamento.

Lucy: Você não me deve nada. – levanto da cama.

Justin: Devo sim. Lembra do cem mil dólares que você gastou comigo? Pois bem, aceite o pagamento agora.

Lucy: Isso foi passado, e eu desfrutei cada centavo que eu gastei com você.


Justin: Não, não desfrutou como deveria.

Lucy: Você está mudando o rumo do assunto.

Justin: Não, estamos falando de dinheiro.

Lucy: Mas tenho certeza que a empresa que você comprou foi muita mais que cem mil dólares. – rebato. 

Justin: Sim, foi. Mas você pode me pagar quando você puder.

Lucy: Um empréstimo então?

Justin: Sim. – ele me avalia – Fechado? – ele estende a mão

Lucy: Ok, fechado! – aperto a mão dele e ele me puxa fazendo eu cair na cama de novo.

Ele me beija e eu correspondo. Que homem complicado senhor, mas eu amo tanto. E é impossível ficar irritada com ele por muito tempo. Ele para de me beijar e me olha.

Justin: Não acredito que acabamos de discutir por dinheiro.

Lucy: Ninguém mandou você se intrometer nas minhas coisas. E nunca mais fuce minha coisas Sr. Bieber. Isso é invasão de privacidade.

Justin: Ah ta, me desculpe por isso Srta. Hale. Prometo nunca mais fazer isso, a não ser que precise.– ele faz uma cara feia

Lucy: É só me perguntar, não precisa ficar invadindo minhas coisas com seu amigo. – revirei os olhos

Justin: Ok, ok. – ele levantou a mão.

Lucy: Hm.

Justin: Ainda tenho tempo pra tomar café da manha com você. Venha, levante-se!  – ele me da um selinho e se levanta da cama. 

Saio da cama e vou no banheiro jogar uma água no meu rosto, quando saio o Justin não está mais lá. Desço as escadas e vou para a cozinha. Ele está sentado, e eu me sento do seu lado.

Lucy: Bom dia Lisa

Lisa: Bom dia . – ela sorri e coloca os pães na mesa

O Justin está tomando seu café e lendo o jornal. Tomo meu café em silêncio, e ele termina o dele. Eu não sei mais o que eu faço hoje, mas acho que vou dar uma olhada na empresa em que ele resolveu comprar sem minha permissão. Não demonstro mas me sinto um pouco aliviada por ele ter trato dessas coisas pra mim, não tinha a mínima ideia como fazer isso. Mas ainda continuo me fazendo de quem não gostou. Continuo tomando meu café, quando me lembro que eu esqueci de tomar o remédio , porra.

Lucy: Que data é hoje? – pergunto rapidamente

Justin: 25 – ele me olha confuso

Porra, porra, porra, levanto rapidamente da mesa e saio correndo para o quarto. Vou no closet, pego minha bolsa e procuro minha agenda onde fica tudo anotado. Droga, eu esqueci de tomar o remédio. Verifico na agenda, quando fecho e coloco na bolsa o Justin está na porta me olhando.

Justin: O que foi?

Lucy: Esqueci de tomar o remédio. Preciso chamar minha ginecologista aqui, tem algum problema?

Justin: Não, não.

Pego meu celular e peço pra ele vim até a casa do Justin. Desligo e fico ali sentada preocupada, sim preocupada. Estou tentando me lembrar da minha ultima menstruação. Puta merda, como eu sou burra. O Justin fica sem saber o que fazer, ele está sentado do meu lado mexendo no seu celular. Ele não vai trabalhar?

Lucy: Você não vai trabalhar?

Justin: Vou esperar a Doutora chegar. Qual é o nome dela?

Lucy: Leila. E não precisa esperar ela.

Justin: Quero me certificar se está tudo bem Lucy. E eu preciso te levar até o local da empresa.

Lucy: Não sei se eu vou mais hoje.

Justin: De qualquer forma, vou esperar a Dra. Leila chegar.

ESTAMOS NO QUARTO, um dos quartos da casa. Não queria leva-la para o quarto do Justin. A Dra. Leila está me olhando boquiaberta, como se não acreditasse que eu tinha esquecido de tomar o remédio. O Justin nos observa sentado em um poltrona do quarto. É meio constrangedor ter ele aqui, ele não poderia simplesmente ter ficado na sala, ou sei lá aonde?

Leila: Você não tomou o remédio? – ela pergunta mais uma vez

Lucy: Não. – falo baixinho

Leila: Talvez você possa está grávida. – ela fala naturalmente.

Olho para o Justin boquiaberta e ele arregala os olhos. Não, não, não. Não posso estar grávida, não agora.

Leila: Vamos fazer um teste de gravidez, tome. – ela me entrega um recipiente de plástico – Sabe fazer isso?

Justin: Ela não pode estar grávida pelo amor de Deus. – ele altera a voz

Leila: Calma, ela vai ver isso agora.

Lucy: Justin, calma ok? Eu sei que a gente não está  preparados para ter um filho agora. – tento acalma-lo. Eu também quero explodir mas tenho que manter a calma.

Balanço a cabeça e sigo para o banheiro. Não, não pode ser. Por favor mil vez não, tudo, tudo menos isso. Faço uma oração, pedindo pra que isso não der positivo. O Justin vai enlouquecer, vai me matar.
Depois saio do banheiro, entrego a amostra a Dra. e ele avalia.

Leila: Quando foi a ultima menstruação? – ela pergunta.

Lucy: Eu não me lembro bem, não sei...acho que na quinta passada

Leila: Esqueceu de tomar a pílula quando?

Lucy: No sábado, sábado passado.

Justin: E ai Dra. ? – ele pergunta impaciente.

Leila: Está tudo em ordem. – ela me lança um sorriso, me aliviando.

Ouço o Justin soltar o ar, ele estava prendendo o ar? Olho pra ele e ele parece aliviado.

Leila: Uma gravidez agora não seria bom pra vocês, suponho. Então acho melhor você tomar a injeção .
Lucy: É o que eu pensei. – falo

Ela começa a me explicar sobre a injeção, apesar de eu já saber um pouco sobre isso. Comecei a tomar quando tive minha primeira relação sexual, mas os efeitos colaterais não é agradável, então resolvi começar a tomar a pílula, mas vou voltar pra injeção. Imagina eu grávida do Justin? Nossa, eu ia querer me matar, minha família inteira iria me matar. Se eles não estão aceitando o meu namoro com o Justin, imagina um filho dele. E pela cara do Justin não ia ser bom ter um bebê agora. Depois de muita explicação, eu peço para o Justin sair e ele sai resmungando, ela aplica a injeção e mim e pronto.

A LISA LEVA A Dra. Leila até o elevador e volta para a cozinha. Estou na sala com o Justin, estamos em silêncio. Eu ainda estou tentando absorver toda a informação que ela me deu. Deus me livre está grávida agora, isso ainda está me assustando.

Justin: O que ela falou sobre a injeção? – ele pergunta, quebrando o silêncio entre nós

Lucy: Ela aplicou a injeção e disse que durante 7 dias você vai ter que usar a camisinha, depois disso pode parar. – sento no sofá, tentando esquecer o que ela disse sobre a gravidez.

O Justin senta do meu lado e me faz olha-lo.

Justin: Eu sei que foi perturbador ouvir aquilo dela, foi um choque pra mim. Eu realmente pensei que você estava grávida. – ele suspira – Mas estou aliviado por saber que isso só passou de um susto. Não estou preparado pra ser pai.

Lucy: Muito menos eu pra ser mãe.

Justin: Nem muito menos preparado pra te dividir. – ele faz carinho no meu rosto

Sorriu pra ele e o beijo. Estou tão aliviada, tão aliviada. Fico ali abraçada com ele, relaxando aos poucos.

ACABO DE VER a empresa, a minha empresa. Ela é incrível, apesar do Justin não ter me informado, fico feliz por ele ter acertado o tipo de empresa que eu queria. Lógico que vou fazer algumas mudanças, colocar lago feminino, mudar o nome, contratar algumas pessoas. O pessoal que trabalha aqui é ótimo, apenas uma loira que eu não gostei. Eu poderia despedir todos, mas vai custar muito tempo pra eu arranjar outros. Só preciso de uma secretaria pra me manter informada de tudo. Nem acredito, dona de tudo isso aqui com tão pouca idade. Sorrio para mim mesma.

Justin: Estou percebendo que você gostou.

Lucy: Sim, gostei.  – sorrio

Justin: Que bom, tenho que agradecer o Chaz por isso, ele ajudou bastante.

Lucy: Os meninos não vão ir lá em casa amanha? Afinal todas as sextas eles vão lá.

Justin: Como você sabe?

Lucy: A Jazzy tinha comentado comigo.

Justin: Ah sim. Acho que eles vão amanha pra lá.

Lucy: Hm.

Depois de algum tempo Will para na frente da empresa. Ele sai do carro e fica esperando lá fora.
Justin: Eu vou ter que ir. Promete que vai voltar pra casa? – ele me olha

Lucy: Não posso voltar para o apartamento?

Justin: Por enquanto não Lucy. Eu conversei com a Juliana, mas não sei o que ela é capaz de fazer. 
Prefiro você lá em casa, vai está mais segura. – ele coloca uma mecha de cabelo atrás da minha orelha – É bom chegar do trabalho e ver que alguém está me esperando. – ele acaricia meu rosto – Eu conto as horas pra sair do trabalho e ir correndo pra casa.

Lucy: Isso tudo é amor é? – sorrio pra ele

Justin: Ah, com certeza.
Lucy: Então eu vou  esperar ansiosamente você voltar pra casa. – me inclino pra frente e dou um selinho nele

Justin: Vou ter surpresa quando eu chegar?

Lucy: E alguém como você gosta de surpresa? – pergunto

Justin: Como assim alguém como eu?

Lucy: Um cara imprevisível, maluco, que acredita que não é merecedor de amor nenhum.

Justin: Que bom que você fala o que pensa . – ele sorri – Mas depende da surpresa. – ele coloca a mão na minha perna e sinto todos os pelos do meu corpo se arrepiar. Olha o que esse homem me causa.


Lucy: Ok, vou pensar no seu caso sobre a surpresa.

Justin: Pensa com carinho. – ele sobe a mão para o meio da minha coxa. Eu estou de vestido.

Lucy: Justin – repreendo

Justin: O que foi ? – ele me fala como se não soubesse

Lucy: Eu sei o que está tentando fazer.

Justin: Sabe é?

Lucy: Ah, sei.

Ele rapidamente tira as mãos das coxas e me coloca no seu coloco me beijando. Me beijando de verdade, sua língua dentro da minha boca, as coisas esquentando sobre nós. Oh céus, como eu queria ele agora. Mas para, aqui não, Will está lá fora esperando e o Justin tem que trabalhar. Ele aperta minha bunda e puxa meus lábios ainda pra mais perto. Droga, tenho que parar.


Lucy: Justin – falo entre o beijo

Justin: Hm? – ele ainda me beija

Lucy: Para, chega! – separo meus lábios do dele e saio de cima dele

Justin: Quero terminar em casa o que começamos aqui. – ele fala

Lucy: Com certeza, preciso de você.

Justin: Não mais do que eu. – ele me da um selinho – Agora tchau. – O Will abre a porta e ele sai

Espero ele entrar na empresa e depois Will da a partida. No caminho para a casa passo pelo uma panificadora, peço para Will parar e ele o faz. Saio do carro antes de ele abra a porta pra mim. Entro na panificadora e vou até o balcão, peço os pãozinho que eu sempre comprava aqui. Quando ele me entrega, trato logo de pegar um e como. Logo depois pago o moço do caixa e saio. Will abre a porta pra mim e eu entro comendo o segundo pãozinho. Ele continua nosso percurso pra casa.


Lucy: Você quer um Will?

Will: Não, obrigada.

Lucy: Não, nada disso. Não aceito recusas aqui. – levanto o prato até ele

Will: É melhor não Srta. Lucy. – ele olha rapidamente para o prato.

Lucy: Vamos lá Will, coma. Você vai fazer essa desfeita? – faço biquinho

Will: Só um. – ele pega um no prato

Lucy: Isso ai. – sorrio

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Postei meninas! Espero que gostem!

beijos

Tai

SECRETS - Capítulo 17 - I LOVE YOU TOO






Lucy: Eu também te amo Justin. – fecho os olhos

NO DIA SEGUINTE luto pra abrir os olhos, Justin ainda está abraçado a mim. Está muito quente aqui. Tiro-o de cima de mim com cuidado. Levanto da cama, me espreguiço e vou para o banheiro.

JUSTIN ON

Acordo e sento na cama, ouço a zuada do chuveiro e me alivio sabendo que ela ainda estar aqui e não saiu correndo pra longe. Cada dia mais estou me surpreendendo com ela. E olha que é muito difícil eu me surpreender com algo, mas ela é diferente.
Ela aparece da porta do banheiro enrolada a uma toalha e enxugando os cabelos molhados 

Lucy: Bom dia

Justin: Bom dia

Ela entra no closet e logo volta vestida com um short de cintura alta e uma blusa que mostra um pouco da barriga. Fico a observando secar os cabelos e ela fica meio com as bochechas rosadas. Não me canso de olha-la, ela é linda e minha.

Lucy: Você não tem que ir trabalhar?

Justin: Tenho, mas como eu sou o chefe lá, posso chegar algumas horinhas atrasados.

Lucy: Ah claro. – ela para de secar os cabelos – Vou preparar algo pra você comer. – ela sai do quarto

Vou para o banheiro e faço minhas higienes pessoais, demoro umas meia hora fazendo isso. Quando acabo visto minha roupa, arrumo meu cabelo e saio do quarto. A Lucy está arrumando a sala, quer dizer já arrumou a maior parte, só está varrendo. Eu fiz um grande estrago aqui, tenho que recompensar.

Justin: Eu vou recompensar o estrago que fiz.

Lucy: Há, é bom mesmo. –ela concorda

Justin: Perdi o controle

Lucy: Você vive perdendo o controle Justin.

Justin: Há, é mesmo? – olho pra ela com malicia

Lucy: Não, nem vem. – ela levanta o cabo da vassoura pra mim – Seu café está ai em cima.

Justin: Você é rápida.

Lucy: Pois bem, tente ser rápido comigo também. – ela sorri pra mim

Tomo meu café, olhando a minha menina limpar a casa abaixando várias vezes pra varrer em baixo dos moveis, isso me da uma ótima visão.

Justin: Quero tomar meu café em paz. - resmungo em um tom alto pra que ela possa ouvir

Lucy: ue, tome.

Justin: Sem distrações Srta. Hale.

Lucy: Estou te distraindo Sr Bieber?

Justin: Com certeza. E se continuar, vou te comer no meio da sala. – eu rosno. Eu realmente poderia comer ela ali no meio da sala

Lucy: Nossa, fiquei até com medo. – ela faz cara de assustada

Justin: Vamos, acabe logo com isso.

Lucy: Estou acabando. Mas porque a presa?

Justin: Tenho que te deixar lá em casa, antes de ir para o trabalho.

Lucy: Eu não vou ficar na sua casa.

Justin: Vai sim. Você acha mesmo que vou deixar você aqui sozinha depois de ontem?

Lucy: Não. Mas acho que eu não sou obrigada a ir pra sua casa.

Justin: É sim.

Lucy: Justin, para com isso. – ela termina de varrer

Justin: Você vai e ponto.

Lucy: Eu não vou. - ela bate pé firme

Justin: Para de ser tão teimosa Lucy. – imploro

Lucy: Eu quero ficar na minha casa, meu espaço.

Justin: Mas só que sua casa não é um bom lugar pra ficar agora.

Lucy: Muito menos sua casa é.

Justin: O que você quis dizer com isso?

Lucy: Que eu não vou me sentir bem na sua casa depois das revelações de ontem.

Justin: Ah, pelo amor de Deus Lucy.

Lucy: Eu não vou.

Justin: Vai sim.

Ele pega minha bolsa, meu celular, suas coisas e depois volta pra mim.

Lucy: O que você vai fazer Justin?

Justin: Você vai por bem ou por mal?

Lucy: Eu não vou.

Justin: Por favor Lucy, não seja tão teimosa.

Lucy: Não. – cruzo os braços.

Justin: Então você está me chamando pra briga?

Lucy: Daqui eu não saio, daqui ninguém me tira.

Ele me encara e se abaixa e me carrega

Lucy: Justin. – grito

Justin: Você escolheu por mal e assim vai ser. – ele sai andando até a porta. – Diga bye para o seu apartamento.

Lucy: Me coloca no chão agora. – altero a voz

Justin: Quem manda aqui sou eu.

Lucy: Eu vou fazer um escândalo. – grito

Justin: Eu não me importo. – ele entra no elevador

Começo a gritar, e ele me ignora, sei que está sorrindo. Já basta ontem a noite, agora isso de novo? 

Lucy: Justin – choramingo

A gente sai do elevador e todos nos olham. Que vergonha meu Deus. Coloco a mão no rosto, ainda gritando. Ele me da um tapa na bunda e eu grito.

Lucy: Pare! – ordeno, mas ele ignora. É humilhante meu Deus.

Todos estão rindo de mim, posso ouvir. Saímos e o carro espera lá fora. Que horror senhor, como ele pode?

Justin: pronto. – ele me coloca no chão e rapidamente eu entro no carro.

Quero sair daqui, todo mundo está rindo de mim. Ele da a volta e senta do meu lado. O Will me olha do espelho e acena com a cabeça. Estou muito irritada pra falar com ele. Me sento longe do Justin, e fico olhando pra fora enquanto o Will da a partida.

Justin: Ah, que foi? - ele me olha

Lucy: Que foi? Que foi? – explodo, sem me importar com Will a nossa frente – primeiro: você me carrega no colo, com todos olhando pra nós. Humilhante! Segundo: Eu sou obrigada a sair da minha casa por que uma louca está ai a solta. Terceiro: Você me amava no começo por causa que eu parecia com sua ex-namorado. Quarto: Sua ex-ficante ontem apontou uma arma pra mim. Totalmente desequilibrada. Quinto: Ela beijo meu namora. I-N-A-C-E-I-T-A-V-E-L. Está bom pra você? – berro

Ele fica pasmo, me olha serio e eu não estou nem ai. Estou irritada demais.
Fomos em silêncio até chegar seu apartamento. Chegando lá saio do carro e vou direto para o elevador. Logo está ao meu lado e nós entramos.

Justin: Ainda está brava?

Lucy: Você não imagina o quanto.

Justin: Ok.

As portas se abrem e o Marley vem pra cima de mim. Não me assusto mais e nem tenho mais medo. Parei de me comportar como uma estranha. O Justin vem logo atrás de mim.

Justin: Vou trocar de roupa.

Não respondo e ele sobe para o quarto. Alguns minutos depois ele volta e eu estou sentada no sofá, os pensamentos longes. Por quê eu fui me apaixonar por ele? Por quê fui me apaixonar por um maluco, doente, e um homem fodidamente sexy. 
Ele aparece na minha frente vestindo um terno preto, as roupas formais como sempre. E muito, muito sexy, que faz eu morder os lábios inferiores.

Justin: Eu tenho que ir.

Lucy: Hm.

Justin: Vai ficar brava comigo até quando?

Lucy: Hm. – não vou responder.

Justin: Talvez quando eu voltar a gente possa dar um jeito nisso.

Ele se abaixa e quando ele vai me beijar eu viro o rosto e seu beijo garra na minha bochecha. Ele me olha por um tempo, e eu nem olho pra ele. Estou com tanta raiva que poderia esganar ele. Ele levanta, fala alguma coisa com a Rita e vai para o elevador.

15:00 DA TARDE e eu estou aqui jogada na cama dele, pensando em tudo que aconteceu ontem. Resolvo ligar pra minha mãe. Pego o celular em cima da mesinha ao lado da cama e ligo.

Lucy: Mãe

Liah: Oi meu amor. Como você está?

Lucy: Acho que bem. – falo meia confusa

Liah: O que houve? Está acontecendo algo?

Lucy: Sim, está. Acontecendo um monte de coisa. – luto para as lágrimas não descer

Liah: Conte pra sua mãe minha menina. – ela se preocupa

Lucy: Eu sei que não vai aceitar de forma alguma, nem você e nem o papai e nem ninguém. Mas...- as palavras me faltam – Eu voltei mãe, voltei com o Justin

O silêncio se estende sobre nós, um longo silêncio.

Lucy: Mãe?

Liah: Você não podia fazer isso.

Lucy: Me desculpe, mas o que sinto por ele é tão forte e sei que a senhora é capaz de entender. Ele precisa tanto de mim mãe, tanto. Eu não consegui ficar longe dele. Eu não consigo mais ficar longe dele. E aconteceu tantas coisas esses dias, a senhora não pode imaginar. Estou amando ele, amando mesmo.

Liah: Você não vai ser feliz.- ela fala seca e fria.

Fico horrorizada com suas palavras. Ela nunca falou comigo assim antes.

Lucy: Não, não. Eu vou fazer de tudo pra ser feliz com ele. – rebato

Liah: Como você é ingênua Lucy, será que você não ver que você está indo contra a dor da sua 
família? Eu jamais vou aceitar isso.

Lucy: Para com isso mãe. Eu também estou sofrendo muito com tudo isso, mas eu não posso fazer 
nada. Eu amo o Justin. Ele até me pediu em casamento.

Um outro silêncio estende sobre nós. O mais longo de todos.

Liah: Não se atreva, não se atreva a aceitar. Você não vai ficar com ele. – ela grita do outro lado da 
linha. Isso nunca aconteceu

Lucy: Eu vou ficar com ele sim. – rebato

Liah: Eu vou falar ao seu pai, vamos dar um jeito nisso.

Lucy: Não há nada pra dar jeito mãe, por favor.

Liah: Tenha certeza que há jeito sim, e vai ser da pior forma possível.

Lucy: Não precisa, mãe por favor, não faça isso.

Liah: Eu não vou deixar, não vou permitir isso.

Lucy: Por favor. – suplico

Ela desliga o telefone e vejo que vai vim uma grande tempestade pela ai. Por um momento me arrependo amargamente de ter ligado pra minha mãe. As lágrimas quentes começam a descer pelo meu rosto, molhando o travesseiro do Justin. Que horrível, parece que tudo isso não vai acabar. E o pior é saber que ainda vem mais pela frente, vem muito mais. Fico ali a tarde toda, pensando no que fazer, como agir, de como ser uma mulher corajosa pra enfrentar tudo isso. Não pude evitar as lágrimas que viam a tona, era impossível não chorar naquela situação que eu estava. As horas iam passando e quando deu exatamente 18:00 da noite o Justin entra no quarto. Ele me olha, uma criatura jogada na sua cama, com os olhos vermelhos de tanto chorar.

Justin: Ei, você chorou a tarde toda? – ele se senta na ponta da cama

Eu não respondo, ainda estou brava.

Justin: Ainda está brava meu amor? – ele pergunta

Lucy: Você é complicado.

Justin: Eu te falei que eu era complicado. – ele murmura e olha pra mim. Eu sei que ele deve está 
pensando que eu vou deixa-lo

Lucy: Antes que você venha perguntar se eu vou te deixar... Eu não vou te deixar.

Justin: Então me diga o que está acontecendo. Não aguento mais ver você chorando. – ele se irrita

Lucy: Está acontecendo tudo Justin, absolutamente tudo.

Justin: É as coisas que você falou no carro?

Lucy: Sim, tudo aquilo. E ainda tem minha mãe, liguei pra ela mais cedo e contei de você, de nós.

Justin: E ela?

Lucy: Ela? Ela me disse palavras horríveis.

Justin: Que palavras?

Lucy: Ela falou que jamais seria feliz com você.

Ele fica em silêncio, apenas me observando.

Lucy: Foi horrível, ela disse que ia fazer tudo pra me manter longe de você. Que ia dar um jeito nisso, mesmo sendo por mal. – as lágrimas começam a surgir e eu levanto e abraço ele – Não deixe. – suplico

Justin: Xii. – ele passa as mãos pelo meu cabelo – Não vou deixar, não vou deixar ninguém te tirar de mim.

Lucy: Eu não quero ficar longe de você, eu não quero brigar com você, eu não quero ficar brava com você, por favor. – deixo as lágrimas descerem – Me dê amor, me dê todo amor que você tinha por ela.

Justin: Eu também não quero brigar com você. – ele beija o canto da minha boca – Eu te amo muito. – ele diz olhando em meus olhos. – Quero te mostrar uma coisa, venha. – ele me coloca de pé

Ele vai até um quadro da parede do quarto, tira e ali está um cofre. Ele coloca a senha e tira de lá uma chave. Essa chave ela deve abrir o quarto, aquele quarto. Mantenho meus olhos fixos no Justin, em cada movimento que ele faz. Ele coloca o quadro no lugar de novo e pega minha mão saindo do quarto. Caminhamos rapidamente até o fundo do corredor, passo pelo quarto em que eu dormir por um dia, depois chegamos ao final do corredor. A porta é branca iguais as outras. Ele coloca a chave e destranca a porta. Meus pés já querendo soltar pra dentro de tanta curiosidade. Ele me olha por um instante e fala:

Justin: Eu não preciso mais disso, eu só preciso te mostrar.

Lucy: Abra a porta. – ordeno


Ele abre a porta bem devagar e  abre caminho pra eu entrar. Eu dou um passo pra dentro do quarto e me surpreendo ao ver tudo aquilo. Um quarto, um quarto cheio de fotos, cheio. Tem fotos por toda parte, pelas paredes, por toda a parede. É inacreditável, inacreditável.  Oh meu Deus, o que é isso. Não consigo nem piscar, por um momento acho que nas fotos sou eu, mas não, não é.  O que é mais impressionante é a semelhança dessa menina, a semelhança dela comigo, não é algo natural. Ela é fodidamente parecida comigo. Olho para o teto e lá é o único lugar que não existe foto, apenas um espelho enorme, cobrindo todo teto. Eu não consigo assimilar nada, não consigo falar nada. Olho para um dos quatro canto do quarto e vejo uma pequena caixa, e uma câmera em cima dela. Me pergunto o que tem nesta caixa. 

Justin: É o único lugar que eu me sentia vivo, até você aparecer. – ele vai até uma das paredes e olha as fotos

Lucy: Quem fez isso tudo? – pergunto ainda observando cada foto ali

Justin: Eu. – ele sussurra

Lucy: Quando?

Justin: Há dois anos atrás. Comecei a fazer depois de 5 dias que ela foi embora.

Lucy: Ela se parece muito comigo. – passo a mão por algumas fotos

Justin: É... muito.

Lucy: Ela só tem os olhos diferentes do meu, e o cabelo dela não é tão comprido quanto o meu.

Justin: E o sorriso, o sorriso é diferente.

Lucy: Você parece feliz nesta foto. Quer dizer, na maioria das fotos você parece feliz.

Justin: Eu não era isso que eu me tornei. Eu era feliz com ela, eu me sentia vivo com ela.

Lucy: Você se sente vivo agora? – olho pra ele que ainda está de costas pra mim

Justin: Mais do que vivo. – ele se vira e me olha. Sorrio e ele abaixa cabeça.

Justin: Sabe, todas as vezes que eu ficava triste, que eu me chateava com algo, quando eu sentia falta dela, eu vinha correndo pra cá. E passava horas e horas olhando todas essas fotos, lembrando de todos os nossos momentos, de tudo que passamos juntos, e ai eu acabava adormecendo aqui. Era uma forma de manter ela perto de mim, de fazer ela presente na minha vida. Mas agora eu não preciso disso. – ele olha ao redor e volta seus olhos pra mim – eu não quero mais isso.

Lucy: Como você sabe que não precisa mais?

Justin: Eu não sei. – ele sorri e continua – Eu só sinto, sinto que não preciso mais disso, sinto que posso viver sem isso, sem o passado. Sinto que posso viver, ser feliz ao seu lado sem tudo isso.

Lucy: Então você não precisa mais disso? –pergunto

Ele diz que sim com a cabeça

Me viro para parede e em um movimento só arranco uma das fotos e vou jogando no chão. Ele vem até a mim e começa a arrancar as outras fotos. Começamos arrancar tudo, foto, por foto, deixando todas caírem no chão. Depois de um tempo fazendo aquilo, sentamos no chão. Não conseguimos tirar todas as fotos, porque são muitas. Mas a iniciativa dele já foi o bastante, o bastante pra saber que ele está disposto a esquecer do passado.

Justin: Obrigado!

Lucy: Por?

Justin: Por me amar, por deixar eu te amar, por não me deixar.

Em piscar de olhos estou em cima dele, beijando ele, sentindo o gosto da sua boca. Sinto o desejo invadindo meu corpo. Sinto seu membro responder aos meus toques em baixo de mim. Seus lábios agora estão em meu rosto, beijando o canto da minha, depois minha bochecha, depois  minha orelha e descendo até o pescoço, e de volta em minha boca. Puxo bem devagar seu lábio inferior, depois arranho seu queijo com meus dentes. Sua mão sobe pelo meu corpo, até chegar a minha blusa. Ele tira e volta a me beijar de novo. Seus toques sendo bem recebidos pelo meu corpo, suas mãos apalpando meus seios, depois passando para as minhas costas, seus dedos ágil tira meu sutiã e arrancando de mim, jogando longe. Seus dedos voltam para os meus seios e ele  brincam com o meu mamilo, e eu solto um gemido.

Justin: Quero fazer amor com você, quero você. – ele sussurra

Lucy: Awn, estou aqui Justin. Faça amor comigo. – gemo

Ele me beija mais uma vez , um beijo apaixonante, mas com pegada, com fervor, me desejando como nunca me desejou antes. Começo a tirar seu paletó, e ele tira sua gravata. Começo a desabotoar sua camisa, começando a desabotoar do pescoço até chegar ao ultimo botão. Depois que todos os botões aberto, deslizo sua camisa pra baixo. Deixando seu peitoral definido amostra, e seus braços musculosos também. Me tirando de cima dele,  ele tira sua calça rapidamente, sem tirar os olhos repletos de desejo de mim. Ele volta pra mim e me beija, devagar me deitando no chão que está cheio de fotos. Afundamos o beijo, metade do seu corpo está deitado em cima de mim, uma de duas cochas entre minhas pernas, sua ereção duro abaixo do meu ventre. Alguns pensamentos vem a tona da noite passada. Sua ex apontando um arma pra mim, o carinho que ele teve com ela, suas revelações, me amar por ser parecida com a mulher que deixou ele, esse quarto, essas fotos, pra que diabos fui pensar nisso? Meu corpo começa a esfriar, não correspondendo seu toque.

Lucy: Justin. – sussurro

Ele continua beijando meu pescoço.

Justin: Vamos lá querida, é passado. Eu quero você. – ele suplica

Eu também quero você meu amor, muito. Esqueço tudo, tudo. Roço seu nariz no meu, seu rosto no meu, sua boca na minha. Eu não vou deixar isso estragar.

Justin: Isso. – ele fala baixinho no meu ouvido

Passo a minha mão pelo seu corpo, seus ombros largos, seus braços coberto por tatuagens que eu 
amo, sua costas, sua barriga, seu rosto, sua boca... ah, como eu preciso dele. Ele enterra seu rosto no meu cabelo e beija minha orelha, descendo para o meu pescoço de novo, e descendo...descendo... até meus seios, seus lábios tomam pose dos meus seios, chupando, esticando, mordendo bem devagar, me sugando... ergo  meu corpo em resposta do seu toque. Solto um gemido, e puxo sua cabeça ainda mais para os meus seios, e a outra mão subo arranhando pelas suas costas, e ele geme alto. Ele desce a mão para a minha barriga e chega até o cós do short e desabotoa. Ele vai tirando o short com a calcinha junto e eu ajudo movendo meus quadris. Quando ele acaba, ele volta e me beija. Uma das suas mãos está no meu sexo, descendo cada vez mais e seus dedos estão dentro de mim agora, arrancando gemidos meus, elevo meu quadril para receber seus dedos, ele começa a movimentar seus dedos de uma forma enlouquecedora.

Justin: Minha menina molhadinha. – ele sussurra

Começo a tirar sua cueca com os pés e em um piscar de olhos ele está livre, nu. Ele sorri pra mim, se ajeita entre minhas pernas e bem devagar ele entra em mim, e eu jogo a cabeça pra trás. Ele se inclina e me beija, minhas mãos vão parar em volta do seu pescoço, puxando ele mais pra mim. Coloco minhas pernas em volta dele e ele me preenche por completo agora.

Lucy: Ah. – solto um gemido e minhas unhas passam pelo seu cabelo

Ele começa e a se mover e enquanto se move solta gemidos altos e o acompanho. Testa com testa, arfando, e seus movimentos começaram a pegar ritmo, oh céus, eu... eu vou explodir. Puxo seu pescoço e ele morde meu ombro e ele continua com o movimento. Ah, quase lá. E mais algumas entocadas e explodo. Agarrando seu corpo pra mais perto.

Justin: Lucy – ele grita meu nome chegando ao orgasmo comigo.

ESTOU ESPARRAMADA EM cima dele, cansada esgotada. O Justin corre os dedos de baixo a cima em minha coluna, ele olha fixamente para o espelho. Depois de fazer amor com esse homem, eu só quero um belo de um banho e cama.

Lucy: Um banho de banheira cairia bem agora.

Justin: Concordo.

ESTAMOS NA BANHEIRA, o Justin atrás e eu no meio de suas pernas, está cheio de espuma, o doce aroma de rosa me envolvendo, e os braços fortes do Justin também. Beijo seu braço, e passo espuma ali.

Justin: Me sinto melhor depois de tirar algumas daquelas fotos do quarto. – ele fala baixinho – Foi como deixar meu passado para trás.

Lucy: Isso é bom.

Justin: Estou tão bem com você aqui, em meus braços.

Lucy: Eu também, eles são tão acolhedores.

Justin: Não está mais brava comigo né?

Lucy: Não, não estou. – sorrio pra ele

Justin: Isso é bom. Não gosto de ficar brigado com você.

Lucy: Nem eu. Mas hoje de manha você passou dos limites. Me carregou no meio de monte de gente.

Justin: Me desculpa, mas você é tão teimosa.

Lucy: Ela era teimosa?

Justin: A Grace?

Lucy: Sim.

Justin: Não, não. Ela sempre fazia o que eu mandava.

Lucy: hm

Justin: Mas eu gosto da sua teimosia.

Lucy: Gosta é?

Justin: Gosto. Você é a única que bate de frente comigo, que não me obedece. Isso é excitante.

Lucy: Excitante é Bieber? – Movo meu quadris e sinto a pressão atrás de mim – Isso é excitante. – rebato

Justin: Oh, isso também Srta. Hale. – ele morde minha orelha

Começamos de novo, o desejo percorrendo pelo meu corpo de novo. Acho que nunca vou me cansar dele, nunca.

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Pronto, capitulo 17 ai pra vocês. Espero que gostem, e comentem.
Eu preciso que vocês que ler a ib comentem. É frustrante vim aqui e ver que só tem poucos comentários. Eu estou me esforçando pra fazer uma historia legal, então comentem gente. 
 E divulguem por favor. Eu passei em alguma IBS e pedi pra comentarem, mas dois  é melhor que um, então... divulguem. 
Acho que vou postar de novo no dia 29/03, no meu aniversário. Mas dependendo de quantos  comentários, eu posto antes do dia previsto. 

beijos

Tai