SECRETS - capítulo 23 - SEX AND MORE SEX
Lucy: Justin, quem está aqui?
Ele não responde e vai até a bancada. Ler o papel que a Jazzy tinha deixado e olha atrás do papel também.
Justin: Droga. - Ele bate na bancada. - Vamos sair daqui.
Ele pega minha mão com força e eu praticamente corro indo pra fora do apartamento.
Lucy: Justin, o que está acontecendo? <
Ele se mantém em silêncio.
A rua está um pouco deserta. Também são 01:00 da manhã, o que eu queria? Justin vai até seu carro e abre a porta do seu Audi A3, nunca tinha visto esse quarto. Deve ser uma das muitas coleções dele. Ele dá a volta e toma seu lugar. Ele liga o carro e acelera até perdemos de vista o apartamento.
Lucy: tinha alguém mesmo no apartamento?
Justin:Sim
Lucy: Por que alguém entraria no meu apartamento e não leva nada?
Justin: Por muito outros motivos.
Lucy: Quais por exemplos?
Justin: Não sei Lucy.
Lucy: Justin, me desculpa pelo o que eu falei mais cedo. Eu não queria...
Justin: Sim, você quis.
Lucy: Não. Estava nervosa, chateada. Não falei aquilo por mal. Me desculpe.
Justin para no sinal de trânsito, e não fala nada.
Ele segue em frente e logo Justin conduz o carro pra dentro do estacionamento. Ele salta do carro e um dos seguranças abre a porta pra mim. Agradeço, e sigo o Justin até o elevador.
A sala se encontra escura, apenas a luz da cozinha ilumina o espaço de baixo da casa. Justin coloca a bolsa no sofá e vai até a mesinha e coloca um pouco de conhaque no copo. Forte demais para uma hora daquelas.
Justin: Suba, vá dormir. - Ele ordena- é tarde.
Lucy: Você não vai dormir também?
Justin: Estou com a cabeça longe. aconteceu muita coisa.
Vou caminhando devagar até ele, e por mais que ele tente desviar os olhos de mim, Ele não consegue. Paro na sua frente e descanso minha mão no seu peitoral.
Lucy: Eu poderia te trazer de volta. Te relaxar um pouco. -falo ao pé do ouvido dele
Justin: É melhor você dormir. - ele fala, mas não se afasta.
Lucy: É melhor mesmo Justin? -desço minha mão para o cós da sua calça
Justin: Já é tarde Lucy. - ele gagueja
Lucy: E? -ajoelho em sua frente e abro sua calça.
Os olhos dele arregalados param em mim.
Justin: Pelo amor de Deus, que diabos você vai fazer?
Lucy: Nada do que eu já não tenha feito antes.
Em um movimento ágil, tiro seu pau pra fora e começo a masturbalo com minha mão. Antes que ele pudesse protestar, abro a boca e enfio-o. Justin respirava com dificuldade entre os dentes cerrados. Seu joelho começou a fraquejar e ele agarrou meu cabelo com força.
Engulo toda sua cabeça e começo a suga-lo suavemente. As pernas do Justin tremiam e ele soltou um gemido baixo. Excitada como estava, arrisquei em colocar ainda mais seu pau extenso e Grosso na minha boca. Começo a chupar ainda mais, saboreando seu pênis. Eu olhava pra ele, mas ele era incapaz de me olhar de tão prazeroso que estava.
Justin: Porra. - ele sussurra e segura meu cabelo com mais força e flexiona o quadril, fazendo seu pau entrar mais fundo na minha boca
Brinco com a língua em torno dele, sugando-o. Ele já não aguentava mais. Sentia seu pau pulsando dentro da minha boca.
Justin: oh céus. - Ele fala entre dentes e se afasta um pouco. Mas puxo seu quadril pra frente.
Justin: Eu vou gozar cacete. - Ele geme
Mas algumas chupadas e ele goza em minha boca, gritando meu nome e deixando o copo cair no chão ao seu lado. Oh meu Deus, estou em êxtase. Bato a cabeça do seu pau em minha língua e dou mais uma sugada. Justin abre os olhos castanhos escurecidos agora pelo o desejo e eu sorrio pra ele, lambendo os lábios e os dedos. Ele sorri quando passo a ponta da língua na cabeça do seu pau.
Justin: Então vamos brincar.
Ele se abaixa, me coloca de pé e de repente me beija.
Justin: meu gosto na sua boca. - Ele fala contra minha boca
Ele arranca minha blusa e tira minha calça junto com a calcinha. Ele me ergue e me coloca em uma cadeira. Justin se pôs em minha frente, e tirou a camisa. Eu observava vidrada, sua virilha tão bem desenhada e com pelos dourados.
Me deixando ainda mais exitada. Justin encosta seu pênis na minha intimidade e deixa um pouco do seu líquido no meu sexo. Eu gemo e tento colocar o dedo na minha intimidade, mas o Justin segura minha mão e pressiona o pênis dele no meu clitóris espalhando todo seu líquido ali. Sem muita cerimônia ele enfia fundo, entrando ainda mais lentamente. Me contorço com a invasão e vou de encontro a seu pau.
Justin: Deus. - ele geme- Você está tão quente e apertada.
Ele saiu de dentro de mim e escorrega pra dentro de novo.
Minhas pernas doíam, minha cabeça nem se fala, mas eu não me importava. Nada naquele momento importava, apenas ele dentro de mim. Ele começou a impulsionar seu quadril pra dentro e pra fora no ritmo devagar. Só o Justin sabia exatamente como entrar em mim, como me saciar. Eu ofegava de prazer com cada estocada dele, os meus seios ainda dentro do sutiã doíam de tão duros que estavam. O sangue pulsava nas minhas veias, sentindo o prazer chegar. Justin suava muito, os pingos caíam na minha testa, já que estávamos com a testa grudada uma na outra.
Justin: Goze agora.- ele gruniu
Minha intimidade se aperta mastigando seu pau e eu me líbero, soltando um grito, abafado com um beijo do Justin. Eu tento relaxar na cadeira, mas o Justin me mantém excitada, entocando bem devagar.
Lucy: Por favor, chega!
Ele estaciona seu pau dentro de mim, enquanto deixo as últimas ondas de orgasmo aperta seu pau e encharcando com meu gozo. Justin começa a tremer e me preenche com seu gozo, e geme silenciosamente. Depois de um tempo ele retira seu membro de dentro de mim, e eu estremeço. Tirando minhas pernas do braço da cadeira ele me ajuda a levantar, mas eu estou exausta demais pra poder andar, mal consigo ficar com os olhos abertos. Apoio nele, e ele sobe a cueca, depois me carrega e sobe comigo para o quarto. Me deitando de lado, Justin faz carinho no meu cabelo.
Justin: Você está exausta.
Lucy: culpa sua. -falo sonolenta.
Ele se levanta e tira o sapato que nem foi retirado na hora.
Justin: Vá dormir, antes que eu te canse mais.
Lucy: venha dormir também. Aqui do meu lado. -bato do lado na cama
Justin desliga a luz e deita do meu lado. Me aconchego nele e adormeço no mesmo instante.
- Cadê? Cadê ele?
- Não vem.
-mentira, ele vem sim.
- Não, ele não vem. Ele te deixou.
- Não.
- Pobre menina.
-sai, sai daqui.
A menina coloca a mulher pra fora e depois se encara no espelho. Ela entra em uma espécie de universo paralelo. O vestido longo branco, tomara que caia, brilhante ao redor, simplesmente deslumbrante. A coroa brilhante em sua cabeça era lindo demais e a maquiagem era impecável. Lágrimas começaram a brotar dos seus olhos, uma por uma, e junto com as lágrimas que caíam dos seus olhos, o ódio tomava conta do seu coração e o que era amor tinha virado ódio de uma hora pra outra.
- aaaah. - Ela caiu no chão gritando
ACORDO ASSUSTADA DE UM sonho ou pesadelo, meu coração doía tanto que mal conseguia respirar. Olho para o lado e para o meu alívio, Justin estava em um dono profundo.
Deito em cima dele e de repente lágrimas brotam dos meus olhos. Justin se mexi e passa a mão no meu rosto, sem abrir os olhos.
Justin: Está chorando, por que?
Suspiro baixinho e limpo as lágrimas.
Lucy: Um sonho ruim. -falo soluçando parecendo uma criança
Justin: Quer me contar o que houve?
Lucy: Não. Quero esquecer.
Levanto a cabeça e olho pra ele. Ainda mantém os olhos fechados. Vou deixar ele dormir mais um pouco. Encontro Lisa na cozinha, tomando seu café da manhã. Não pude deixar de corar, estava ridiculamente apenas de calcinha e sutiã e uma camisa do Justin por cima. Trato de fechar todos os botões da camisa e sorrio tímida pra ela.
Lucy : Bom dia Lisa.
Lisa: Bom dia Lucy. - ela se levanta rapidamente, deixando seu café de lado.
Lucy: Não. Sente, Tome seu café em paz.
Lisa: a senhorita não quer tomar café?
Lucy: Irei preparar um café da manhã para o Justin e qualquer coisa como com ele.
Lisa: O Sr Justin ainda dorme?
Lucy: Sim. Está exausto de ontem. - ela olha pra mim com um olhar de que sabe muito bem o que rolou ontem e pra fugir, enterro minha cara na geladeira.
Lisa: Ele nunca é de dormir tanto.
Lucy: verdade. -tiro os ovos, o bacon, o queijo e presunto da geladeira.
Lisa: posso fazer uma pergunta a senhorita?
Lucy: só se parar de me chamar de senhorita. -brinco
Lisa: ta bom.
Lucy: pergunte.
Lisa: Você gosta mesmo do Sr Justin né?
Penso um pouco e me viro pra ela mordendo os lábios.
Lucy: Eu o amo muito Lisa. - coloco as coisas na mesa- sei que eu tenho apenas 18 anos, e não sei muito sobre o amor, mas se é verdade o que dizem, eu sou completamente apaixonada por ele.
Lisa: Que lindo. Tão jovem e já ama tão intensamente.
Sorrio com seu comentário.
Lucy: Enfim... o que o Justin deve querer? Uma omelete?
Lisa: Talvez algumas panquecas também.
Justin: Os dois são ótimo. - Justin fala entrando na cozinha.
Ele está sem camisa e com uma calça no meio do quadril, mostrando sua cueca. Uma tentação de manhã cedo.
Lisa: Bom dia Sr Drew. - ela se levantou.
Justin: Lindo dia Lisa. - ele sorri pra ela
Ele se vira pra mim e vem em minha direção.
Lucy: Eu ia levar seu café na cama.
Ele envolve os braços na minha cintura e beija meus lábios.
Justin: Bom dia. - Ele sussurra entre o beijo
Lucy: Bom dia, dormiu bem?
Justin: Muito bem.
Lucy: Me desculpe por ontem mais cedo, estava tão irritada.
Justin: Deixa lá. Você me ofereceu uma ótima desculpa ontem. - ele sorri maldoso pra mim
Fico vermelha e olho para Lisa, que finge se concentrar no seu trabalho. Dou um selinho nele e começo a preparar o omelete.
Lucy: O que vai fazer hoje?
Justin: Nova York.
Lucy: Ham? -volto minha atenção pra ele- O que vai fazer em Nova York?
Justin: Você não queria ir pra lá?
Lucy: Sim, mas não pensei que fosse por agora.
Justin: Na verdade não é uma semana de pura diversão. São apenas 3 dias eu acho. Preciso resolver alguns problemas por lá e pensei que você gostaria de ir comigo.
Lucy: Nossa, eu adoraria.
Justin: Eu sabia. - ele pisca pra mim- Como está o andamento do galpão?
Lucy: Quem te contou que estamos fazendo um galpão de talentos?
Justin: o Jaxon conversou comigo.
Lucy: Está indo muito bem. O galpão será uma oportunidade para aqueles que não podem fazer algo que gosta. Vão ter diversos cursos, e vários professores pra ensinar. Você talvez queira ser um dos professores.
Justin: De quer?
Lucy: Piano.
Justin: Não, nunca. Só toco pra mim.
Lucy: Você pode pensar no assunto até a inauguração. Você Vai ajudar muita gente.
Justin: Acho que não. - ele sai andando para o escritório<
QUANDO ACABO DE comer vou arrumar minhas coisas pra ir para Nova York. Como são apenas 3 dias, não preciso levar tanta coisa. Justin está trancado no escritório falando com o Chaz. Falando no Chaz, nunca mais vi os meninos pela aqui. Talvez veja todos na inauguração. Depois de arrumar as coisas corro para o banheiro. Tomo meu banho e coloco a roupa.
que já tinha preparado. Quando estava em frente ao espelho penteando o cabelo, o Justin entra no quarto, com o mesmo traje de manhã, mas já tomou banho pois seu corpo estava molhado.
Justin: Está tudo pronto?
Lucy: minhas coisas sim. E tomei a liberdade de pegar algumas peças de roupas sua.
Justin: Ok. - ele tira a calça e fica completamente nu no quarto
Olho pelo o espelho a visão da sua bunda, e a visão da frente também. O homem é perfeito. Lindo demais. Músculos fortes, pernas grossas, peitoral bem desenhado, com certeza um Deus Grego.
Justin: Me observando Srta Hale. - ele fala vestindo a cueca.
Lucy: uma ótima visão Sr Bieber. -mordo os lábios
Justin: Uma ótima visão foi o que tive ontem.
Lucy : estava exposta demais.- falo sem graça
Justin: perfeitamente exposta. Quero te ver mais vezes assim.
Minha bochechas esquentam e algo se contrai embaixo de mim. Céus, o tempo com o Justin tem me tornado uma maníaca por sexo também. Ainda estou dolorida de ontem, mas mesmo assim não paro de imaginar nós dois se perdendo um no corpo do outro.
Lucy: estou pronta. Vou esperar lá na sala, porque daqui a pouco não vou querer sair do quarto.
Justin: entendo. - ele rir e eu saio do quarto
HORAS E MAIS HORAS DEPOIS estavamos preste a chegar em Nova York. Justin estava ao meu lado, mexendo no Macbook. Eu não tinha conseguido pregar os olhos horas suficiente, apenas um cochilo. Uma aeromoça atirada demais, veio falar com o Justin. - O Senhor pode guardar o seu aparelho? Vamos aterrissar. - ela sorriu e ajeito o uniforme que estava apertado demais. Ela tinha muita teta.
Essa vaca não parou de olhar para o Justin desde de que ele entrou. Ele tem namorada querida, é tudo meu, meu.
Justin: Vou fazer isso agora. - ele piscou pra ela
Filho da puta, não era pra dar corda.
Lucy: Você é um cachorro Justin. - falei quando ela se retirou
Justin: Que foi?
Lucy: A aeromoça gostou de você. Ela não para de olhar pra você e ainda fica exibindo aqueles seios enormes pra você.
Justin: Seios enormes mesmo. - ele olha pra ela e arqueia a sobrancelha
Lucy: Filho da mãe, vai ficar dando em cima dela agora?
Justin: Por que faria isso?
Lucy: Sei lá, ela tem peitões e você é um cretino. -falo brava
Justin: Eu não preciso ficar dando em cima de ninguém sua boba. Tenho uma namorada dos seios fartos, lógico, não tanto quanto o da gostosona lá...
Lucy: Cala a boca Justin. Você está me irritando.
Justin: Estou brincando. - ele rir- Você tem um bundão, um seios bem grandes, e um corpo de dar inveja, e curvas extraordinária que me perco diariamente. Não preciso dar em cima de ninguém além da gostosa que está do meu lado.
Fico séria por um instante e ele me enche de beijos pelo rosto todo.
Lucy: Para palhaço. - bato nele- eu acho bom você não dar em cima de ninguém mesmo. Porque você é meu, todo meu.
Justin: Tá srta possessiva. Agora deixa esse show de ciúmes pra lá, que nem combina com você e me dá um beijo.
Lucy: Não deveria, mas...
Puxo sua nuca e beijo ele. Quando olho a aeromoça está fazendo uma cara feia. Levanto o dedo do meio pra ela e volto a me concentrar no beijo.
LUCY: ESTÁ MUITO FRIO.
Justin: Tome. - ele coloca o casaco dele em cima de mim e me puxa para perto de si
Estávamos chegando ao apartamento do Justin. Aliás, eu não sabia que ele tinha um apartamento aqui. O motorista nos deixou na porta e nós entramos no saguão do prédio. Algumas pessoas o cumprimentaram e depois pegamos o elevador.
Quando chegou no décimo sexto andar o elevador se abriu e soltamos pra fora. Justin foi me levando até o final do corredor e com uma chave abriu a porta.
Justin: Bem vinda ao meu apartamento.
Era um apartamento bonito. Tinha uma parede de vidro que dava pra ver as ruas de Nova York. Era um pouco grande e muito aconchegante e quentinha.
Lucy: Belo apartamento.
Justin: Quer alguma coisa?
Lucy: Dormir muito, muito, muito.
Justin: posso te cansar um pouquinho antes de você dormir? - ele me carregou fazendo eu cruzar as pernas na sua cintura.
Lucy: Não. -dou um selinho nele- Estou exausta e o máximo que você pode fazer comigo é me levar pra cama, tirar minha roupa, me dar alguns beijinhos e deixar eu dormir.
Justin: só gostei da parte de te levar pra cama. - ele foi para o quarto e me deitou na cama- tirar sua roupa. - ele tira minha blusa- e te dar muitos beijinhos. - ele distribui beijos por todo meu ventre
Lucy: Justin, e o dormir?
Justin: dessa parte eu não gostei.
Lucy: Eu estou cansada
Justin: Você não vai fazer muita coisa. - ele desliza minha calça junto com a calcinha.
Lucy: Justin... - falo manhosa e ele me beija
Justin: Fica parada ai que eu trabalho duro aqui embaixo.
Não pude mais protestar. Ele baixou sua calça e tirou seu pênis ereto e duro pra fora. Ele começou a me estimular, colocando o dedo no meu clitóris e fazendo movimento circulatório. Deus, mal chegamos e já estamos nessa. Eu estava tão sonolenta que mal senti o Justin entrar dentro de mim. Ele bombeava forte dentro de mim, fazendo meu corpo subir até o topo da cama. Eu soltava alguns gemidos, mas era mais uma suplicas pra que ele terminasse logo e me deixe gozar pra eu dormir. Cada vez ele ia mais forte, e eu sentia sua extensão dentro de mim pulsar, querendo liberar seu líquido. Depois de mais algumas investida minha intimidade aperta seu pau e me derramo. Depois apago totalmente, não vi nem a hora que ele gozo.
------------------------------------------------------------
Postei meninas
não vou ficar pedindo mais comentarios , vou postar com ou sem.
bjs
Tai
SECRETS - capítulo 22 - REVENGE
Resmungo frustrada, quase choramingando por ele ter feito isso. E aí está o Justin que gosta de descontar sua raiva no ato.
SUA CABEÇA ESTÁ na minha barriga, os braços estão em volta de mim, e ainda nos encontramos totalmente nus. Estou tão esgotada e ele também, mal sei quanto tempo estamos ali. Mas eu só quero desfrutar daquele momento com ele. É tão pouco tempo, mas evoluímos tanto. E por mais que não seja o homem perfeito, eu amo ele.
Justin: Você é minha bênção e minha perdição Srta. Hale. -Ele beija meu ventre.- A bênção que eu precisava pra minha vida e a perdição que eu tanto desejei. Nunca me deixe, nunca desista de mim.
Lucy: Eu não vou a lugar nenhum Justin, nunca.
QUADO ESTAVA TERMINANDO de me vestir a Jazzy entra sem pedir permissão, quase encontrando o Justin nu.
Justin: Jazzy, bate na porta porra. -Ela fala terminando de vestir a cueca.
Jazzy: Opa, desculpa. -Ela coloca uma mão no rosto
Lucy: pode tirar agora Jazzy, ela já vestiu a cueca mesmo.
Jazzy: Eu iria atrapalhar antes, mas eu pensei que fosse uma rapidinha, demorou demais.-ela entrou se jogando no sofá e com um salto levantando rapidamente- Que porra melada é essa?
Fui pra perto dela e vi o sofá de couro com rastro da foda de algumas horas atrás. Ri de como ela falou, e o Justin revirou os olhos.
Justin: Isso é a galã do seu irmão aqui.
Lucy: JUSTIN!- falei surpresa com a naturalidade ele falou aquilo pra irmã.
Jazzy: Pois é, como se eu não soubesse o que é essa porra e de quem foi.-ela revirou os olhos- Que nojo.
Justin: sim Jazzy, o que você veio falar?
Jazzy: o Chaz ligou.
Justin: Sério? Ele falou o que?
Jazzy: mandou você ligar de volta.
Justin correu até sua mesa e pegou o Telefone. O que ele tem de tão importante pra falar com o Chaz? Não importa, o que eu tenho pra falar é muito mais importante.
Lucy: Justin.
Justin: filho da puta do Chaz não quer atender.
Lucy: Justin quero falar uma coisa.
Justin: porra. -ele bateu o telefone e pegou de novo
Lucy: Justin eu preciso falar com você.
Justin: fala porra. -ele me olhou furioso ainda com o telefone grudado no ouvido
Lucy: Da pra falar direito comigo?
Justin: fala Lucy.
Lucy: ah. Eu e o Jaxon tivemos uma idéia. Em vez de fazer apenas um estúdio ali, resolvemos abrir um...
Justin: Chaz, tava fazendo o que porra? - ele falou com um sorriso no rosto.
Ok. Eu perdi para o Chaz. Respirei fundo, me dirigi pra saída do escritório e antes que eu colocasse meus pés pra fora de lá, peguei um pequeno enfeite de vidro que tinha do meu lado esquerdo e arremessei contra ele. Não pude ver se agarrou ou não, porém ouvi os cacos de vidros se espatifarem no chão.
Jazzy: O que foi isso?
Lucy: Nada.
Sai da casa do Justin furiosa. Eu não queria falar com ninguém, não estava afim de papo. A Jazzy entrou no carro e eu também.
No caminho até em casa foi um silêncio total. Hoje a Jazzy bateu o Record de ficar em silêncio, Ela não falava nada, o que foi um alívio pois eu não estava nem um pouco afim de falar. No carro Jonh legend começou a tocar.
As vezes eu acho que vamos dar certo, mas as vezes eu acho que nunca iríamos dar certo. Eu e o Justin é muito diferente. Eu sou mais calma, ele é um furacão, eu sou compreensiva, ele é um um poço de incertezas. Ele vive no passado e eu só quero viver o presente, mas ele não facilita nada.
Perdida nos meus pensamentos, mal vi um carro que vinha na contra mão, bem na nossa direção. A pessoa que estava no carro parecia determinada a bater o carro contra a gente, mas de uma forma ágil, tirei meu cinto de segurança e me joguei no colo da Jazzy, desviando o carro e batendo em um porte, fazendo eu desmaiar.
ABRIR OS OLHOS com um pouco de dificuldade. Eu não sabia aonde estava, mas sabia que ali não era minha casa. Eu não estava no meu quarto e muito menos na minha cama. Minha cabeça doía como nunca. Coloquei a mão na minha cabeça e soltei um gemido de dor. Tinha um curativo na minha testa. Olhei para o lado e vi o Justin dormindo no pequeno sofá que tinha do lado da cama. Peguei um travesseiro e arremessei nele, já que não tinha como levantar. Ele acordou assustado, chamando pelo meu nome. Justin: É você. - Ele levantou - ótimo jeito de me acordar.
Lucy: Aonde estou?
Justin: No hospital.
Lucy: O que estou fazendo aqui?
Justin: você não lembra?
Lucy: mais ou menos.
Justin: Você e a Jazzy sofreu um acidente. Acabaram batendo no porte, e a senhorita estava sem cinto de segurança.
Lucy: ah, agora eu lembro. Eu tinha tirado o cinto pra desviar do carro que vinha na nossa direção.
Justin: A Jazzy falou. Você está bem? - ele passa a mão nos meus cabelos
Lucy: mais ou menos. Minha cabeça está doendo.
Justin: Vou chamar o médico pra você.
Ele me deu um beijo na testa e saiu pra chamar o médico. Não demorou muito e ele voltou com o médico, a Jazzy e o Jaxon.
- Olá senhorita.
Lucy: Oi Dr. Derek
Jazzy: Amiga. - ela correu e me abraçou- como você está?
Lucy: bem na medida do possível.
Jaxon: Vaso ruim não quebra. -Jaxon rir
Lucy: Jaxon ridículo.
Dr. Derek: Deixa eu examinar ela.
Jazzy : Sua mãe está tão preocupada.
Lucy: Jazzy, você contou sobre o acidente a eles?
Jazzy: O Justin pediu pra que eu avisa-se.
Justin: Eu achei melhor eles saberem.
Lucy: vocês fizeram eles se preocupar por nada.
Justin: Você não é nada?
Lucy: só achei desnecessário comunica-los.
Dr. Derek: relaxe Lucy, não posso examina-lá assim. E a propósito, seu pai falou comigo.
Lucy: Você conhece meu pai?
Dr. Derek: quem não conhece o Dr. Ben.
Jazzy: O Dr. Derek tranquilizou eles.
Jaxon : Sua mãe e seu irmão estava culpando o Justin pelo o acidente.
Lucy: Loucura. Agora o Justin é culpado por tudo?
Jaxon : é o que eles acham.
Jazzy : Sua mãe iria vim pra cá, só que seu pai convenceu a ela só vim na inauguração.
Justin: Liga pra eles depois.
Lucy: farei isso.
Dr. Derek: Tome isso, vai amenizar sua dor de cabeça.
Peguei o remédio de sua mão e tomei.
Lucy: Vou poder ir embora quando?
Dr. Derek: Talvez te dê alta mais tarde. Seu pai pediu pra cuidar de você em casa, ele me contou que você odeia hospital.
Lucy : Eu amo meu pai.
Dr. Derek: Mais tarde venho te dar alta. Enquanto isso descanse um pouco.
Lucy: ok.
Jaxon: Vou ter que ir para o galpão. Falta pouco para a inauguração. Você falou para o Justin da ideia?
Lucy: ele não me deu oportunidade de falar. -olhei atravessado para o Justin.
Jaxon: Fale pra ele.
Lucy: ta.
Jaxon :tchau. Jazzy vem comigo?
Jazzy: Vou. Lucy, vou está esperando você em casa.
Justin: ela vai ficar lá em casa.
Lucy: Eu vou pra casa.
Justin: Você vai ficar comigo.
Lucy: Quero ficar na minha casa.
Jazzy: Vocês estão brigando?
Lucy: Não Jazzy.
Jazzy: Ah. Tchau.
Lucy: tchau
A Jazzy e o Jaxon saiu, deixando eu e o Justin sozinhos de novo.
Justin: Qual problema?
Lucy: nenhum. -cruzei os braços e olhei para o lado oposto que ele estava
Justin: Sua insistência pra ir para casa e não pra minha é um problema.
Lucy: Eu só quero ir pra minha casa.
Justin: ah poupe-me Lucy. Fala logo o que está havendo. Estou te dando atenção agora.
Lucy: Justamente, agora. Depois do acidente.
Justin: Você quer dizer o que com isso?
Lucy: Que se você tivesse me dado atenção ontem a noite, e não me deixasse sair tão irritada com você, talvez eu não estaria aqui agora por mais pequeno que tenha sido o acidente.
Ele me olhou incrédulo. Mas a verdade é essa, se ele tivesse prestado atenção no que eu estava falando, eu não sairia naquele momento, eu estaria bem.
Lucy: Talvez minha mãe esteja certa. -falei por impulso, pois estava morrendo de raiva dele
Justin: Que seja.
Ele pegou o casaco que estava na poltrona e saiu em Passos firmes e bateu a porta. Fiquei ali tentando não deixar nada brotar dos meus olhos. Talvez eu seja a criança nesse relacionamento. Talvez eu não seja boa o suficiente. Meu Deus, o que eu tinha dito? Depois de uns minutos que ele saiu tomei consciência do que eu tinha dito para o Justin. Não, Ele não Tinha culpa de nada. Minha mãe não tem razão. O quão ingrata eu estava sendo? O que eu estava me tornando? Não tenho costume de machucar ninguém com as palavras, pois sei como dói. Minha mãe nunca me deixou tomar esse tipo de atitude com outras pessoas. Não, eu não queria fazer essas coisas. não queria ferir o Justin com palavras nenhuma, Ele não tinha culpa de nada. Fiquei ali por horas me praguejando por ter falo coisas horríveis para o Justin. Quando deu 14:00 da tarde o Dr. Derek me deu alta. Disse que depois iria me visitar. Não tinha na ninguém me esperando do lado de fora, o que me deixou ainda mais deprimida. Peguei Meu celular do bolso e disque o número do Justin. Andava de um lado para o outro com o celular grudado no ouvido. Chamava... Chamava, e ele desligava. Ele realmente está chateado.
Insistente como eu sou, liguei mais algumas vezes e mesmo assim o orgulho dele ultrapassou a minha insistência.
Pedi pra que chamassem um táxi pra mim e assim foi feito, o táxi estava a minha espera em menos de 10 minutos. Pensei em ir para a casa do Justin, mas eu tenho certeza que ele não vai querer me ouvir. Então fui direto para casa. Quando eu cheguei a Jazzy estava no quarto, correndo de um lado para o outro. Lucy: Oi.
Jazzy: Oi, você está melhor? - ela largou a roupa no chão e me abraçou - cadê o Justin?
Lucy: Deve estar em casa. - me joguei na poltrona do seu quarto
Jazzy: Ele te deixou aqui e foi embora?
Lucy:Não. Eu vim de táxi, eu e ele brigamos.
Jazzy: Que porra é essa? Vocês brigam demais.
Lucy: a culpa foi minha dessa vez. Falei o que não deveria.
Jazzy: Por que não me ligou pra eu ir te buscar?
Lucy: Eu não queria fazer você voltar lá. Mas enfim... o que você está fazendo? -mudei de assunto.
Jazzy: adivinha? O Lucas me chamou pra viajar de novo.
Lucy: De novo?
Jazzy: aham, não é o máximo? - ela falava toda feliz
Lucy: Que bom. Vai pra onde agora?
Jazzy: Paris, a cidade do amor. - ela rodopiou pelo quarto
Lucy: ai, o Lucas está se mostrando mais apaixonado do que nunca.
Jazzy: Eu estou amando. Nossa, como eu amo ele Lucy. Desde de pequenos, e agora estamos juntos.
Lucy: Fico feliz por você, por vocês dois.
Jazzy: parece coisa de filme né? Eu e Lucas, você e o Justin.
Lucy: Vai me deixar sozinha de novo.
Jazzy: sozinha não. Vou te deixar com o Justin.
Lucy : ore pra aqui até lá a gente esteja juntos.
Jazzy: Lucy, não fale isso.
Lucy : brincadeira. Você vai voltar a tempo da inauguração?
Jazzy: Sim, e pronta pra exercer minha profissão lá.
Lucy: Tá. Eu vou dormir um pouco, porque eu ainda não estou bem. Quando sair você me fala.
Jazzy : ta bom.
Sai do quarto dela e fui para o meu. Tirei minha sandália e deitei na cama com roupa e tudo. Estava exausta demais, chateada demais, precisava dormir.
JUSTIN ON
Pattie: Justin, tem um homem lá embaixo morto. Você pode me falar que merda está acontecendo?
Eu não tinha muito o que falar. Eu estava tão aéreo, tão pensativo. Depois que sai do hospital, e cheguei aqui em casa, um dos meus homens estava morto. E em cada carro meu tinha escrito vingança com sangue. Mandei que limpasse tudo, mas antes minha mãe tinha chegado. Eu já sabia quem era que estava por trás disso. Sabia que ele iria me afrontar de novo, sabia que ele queria tudo aquilo que eu tinha tomado dele, sabia que ele queria que eu sentisse a dor que ele sentiu e isso deixou minha cabeça pinicando. Eu fiquei longe disso por muito tempo, cuidava das coisas de longe, mas agora está virando algo pessoal. Eu andava de um lado para o outro pensando no que eu iria entrar agora em diante. Eu até entendo a razão dele está com raiva, mas eu entrei em uma emboscada, não sabia que estava matando alguém que tinha parte com ele. Eu me arrependi tanto depois, mas agora não tem nada que possa fazer, a não ser enfrentar as consequências. A pessoa que eu havia me tornado a 2 anos atrás, viria a tona agora. Mas eu iria continuar guardando minha verdadeira identidade em segredo.
Pattie: Justin, eu exijo explicação. - ela berrava. Estava tão assustada e eu estava tão nervoso.
Justin: Cala a boca. -gritei, saindo do controle.
Ela sentou no sofá e começou a chorar. Eu não via muito minha mãe, quase nunca ia na casa dela, e agora ela aparece logo na hora errada. Eu sei que ela está preocupada, mas eu também estou um caos.
Justin: Mãe, relaxa ta bom? Me desculpa.
Pattie: Você é um estúpido.
Justin : Eu sei, Eu sei.
Pattie: Justin, diga que nada está acontecendo e que nada vai acontecer.
Justin: Eu prometo que nada vai acontecer ta bom?
Pattie: uhum.- ela me abraçou
Patricia, minha mãe. Nunca a tratei da melhor forma, Nunca fui o melhor filho, Nunca a respeitei como mãe, mas eu prometo que eu vou até o inferno pra proteger ela e todos que eu amo.
Justin: faz assim, vai pra casa, descansa um pouco, tenta não contar o que viu a ninguém. Mandarei alguns homens pra ficar escoltando a casa.
Pattie: Mais seguranças?
Justin: Mais mãe. Eu não sei o que está acontecendo. Não sei do que são capazes, eu não sei nem que está por trás disso e nem os motivos. Por favor, faça o que eu estou mandando.
Pattie: ta bom. - ela se levantou e eu também
Justin: Vou mandar um dos seguranças acompanhar você em casa. Não se preocupe, tudo vai ficar bem. Irei pra Nova York amanhã pra resolver alguns problemas, voltarei dentre 3 dias. Até lá quero que tenha cuidado, fique alerta, não saia sem segurança.
Pattie: Ta bom. Tome cuidado também por favor.
Justin: terei. - beijei o topo da sua cabeça e levei ela até o elevador.
Pattie: tchau.
Então ela foi embora. Estava tão nervoso, estressado, ansioso. Subi para o quarto, tomei uma ducha rápida e desci para o escritório, levando comigo uma garrafa de vinho pra relaxar. Vai ser uma semana difícil.
JUSTIN OFF
ACORDO NUM SOBRESSALTO, um pouco sonolenta. Dormir por quanto tempo? A porta está entreaberta. O quarto escuro, ergo os olhos. Vejo uma sombra em pé perto da varanda do quarto. Sento na cama rápido e ligo a luz do abaju. Olho de novo pra varanda mas não tem ninguém lá, apenas a cortina balançando por conta do vento. Será que foi minha imaginação? Levanto e vou até a varanda, olho ao redor e fecho a porta. Volto para o quarto e o despertador marca 00:15 da madrugada. Dormir pra caralho, a Jazzy já deve ter ido. Saio do quarto meio tonta e vou pra cozinha. Um papel colado na parede me desperta.
- Não queria acorda-lá, então fui sem me despedir mesmo. Mandarei beijos e abraços para o seu irmão por você. Tenha uma ótima semana, me liga quando acordar
Olhei atrás do papel e tinha escrito vingança; não me importei muito, deixei o papel em cima da bancada e fui beber um copo com água, depois voltei para o meu quarto.
Sento-me na cama e pego meu celular. Eu não quero ficar aqui sozinha. Disco o número do Justin e depois de algumas vezes chamando, ele finalmente atende.
- Amor
-O que aconteceu Lucy? - ele falava meio sonolento. Creio que acordei ele.
-estava dormindo?
- São 00:20, acha o que? Você está bem?
- Sim, estou. Justin, me desculpe por... - ele interrompeu
- Agora é 00:21 não é hora.
-Estou sozinha. A Jazzy viajou agora de tarde com o Lucas.
-Vai dormir um pouco Lucy.
-Eu estava dormindo. Mas quando acordei vi alguém em pé do lado da porta da varanda.
-O que? - ele desperta- Você tem certeza?
-Estava escuro, não dava pra ver muita coisa. Apenas conseguir ver uma sombra me observando, mas quando liguei a luz não tinha mais ninguém.
-você está em que lugar da casa?
- no quarto agora.
- Vá pra sala, fique lá até eu chegar ai.
- Deve ser minha imaginação Justin. Nada demais.
-Faça o que estou mandando.
-ta. -faço o que ele pede.
-Daqui a uns 15 minutos eu chego aí. - ele desliga o celular.
Justin conseguiu me deixar nervosa. Será que tinha alguém aqui mesmo? Mas quem? Espero nervosa os 15 minutos passar. Quando a campainha toca, dou um pulo do sofá e vou abrir. Justin está em pé na porta, com uma regata branca, uma jaqueta de couro preta e uma calça jeans surrada. Estava sexy para uma hora daquelas.
Envolvo meu braço ao redor do seu pescoço e abraço forte.
Justin: Você está bem?
Lucy: melhor agora com você aqui.
Justin: Vim te buscar.
Lucy: Não está exagerando? Deve ser coisa da minha mente.
Justin: E se não foi coisa da sua imaginação? Vamos, pegue o que tem de pegar.
Justin entra e vai direto para o meu quarto. Vou atrás dele, ainda achando tudo muito exagerado. O vento entra com tudo no quarto deixando meus pelos arrepiados.
Lucy : Que frio.
Justin: Deixou a porta da varanda aberta?
Lucy: Não. Tinha fechado antes de ir a cozinha, e quando voltei aqui ainda estava fechada... e agora está -sussurro- tem alguém aqui?
Justin entra no closet e sai minutos depois carregando uma bolsa, uma calça e uma jaqueta na mão.
Justin: Tome, vista isso. - ele joga a calça pra mim
Visto rapidamente a calça e ele joga a jaqueta nos meus ombros. Ele fecha a porta da varanda e aperta minha mão, me levando pra fora do quarto.
Lucy: Justin, quem está aqui?
-----------------------------------------------
Meninas, capitulo 22 pra vocês. leiam e comentem!
beijos
Tai
Dr. Derek: quem não conhece o Dr. Ben.
Jazzy: O Dr. Derek tranquilizou eles.
Jaxon : Sua mãe e seu irmão estava culpando o Justin pelo o acidente.
Lucy: Loucura. Agora o Justin é culpado por tudo?
Jaxon : é o que eles acham.
Jazzy : Sua mãe iria vim pra cá, só que seu pai convenceu a ela só vim na inauguração.
Justin: Liga pra eles depois.
Lucy: farei isso.
Dr. Derek: Tome isso, vai amenizar sua dor de cabeça.
Peguei o remédio de sua mão e tomei.
Lucy: Vou poder ir embora quando?
Dr. Derek: Talvez te dê alta mais tarde. Seu pai pediu pra cuidar de você em casa, ele me contou que você odeia hospital.
Lucy : Eu amo meu pai.
Dr. Derek: Mais tarde venho te dar alta. Enquanto isso descanse um pouco.
Lucy: ok.
Jaxon: Vou ter que ir para o galpão. Falta pouco para a inauguração. Você falou para o Justin da ideia?
Lucy: ele não me deu oportunidade de falar. -olhei atravessado para o Justin.
Jaxon: Fale pra ele.
Lucy: ta.
Jaxon :tchau. Jazzy vem comigo?
Jazzy: Vou. Lucy, vou está esperando você em casa.
Justin: ela vai ficar lá em casa.
Lucy: Eu vou pra casa.
Justin: Você vai ficar comigo.
Lucy: Quero ficar na minha casa.
Jazzy: Vocês estão brigando?
Lucy: Não Jazzy.
Jazzy: Ah. Tchau.
Lucy: tchau
A Jazzy e o Jaxon saiu, deixando eu e o Justin sozinhos de novo.
Justin: Qual problema?
Lucy: nenhum. -cruzei os braços e olhei para o lado oposto que ele estava
Justin: Sua insistência pra ir para casa e não pra minha é um problema.
Lucy: Eu só quero ir pra minha casa.
Justin: ah poupe-me Lucy. Fala logo o que está havendo. Estou te dando atenção agora.
Lucy: Justamente, agora. Depois do acidente.
Justin: Você quer dizer o que com isso?
Lucy: Que se você tivesse me dado atenção ontem a noite, e não me deixasse sair tão irritada com você, talvez eu não estaria aqui agora por mais pequeno que tenha sido o acidente.
Ele me olhou incrédulo. Mas a verdade é essa, se ele tivesse prestado atenção no que eu estava falando, eu não sairia naquele momento, eu estaria bem.
Lucy: Talvez minha mãe esteja certa. -falei por impulso, pois estava morrendo de raiva dele
Justin: Que seja.
Ele pegou o casaco que estava na poltrona e saiu em Passos firmes e bateu a porta. Fiquei ali tentando não deixar nada brotar dos meus olhos. Talvez eu seja a criança nesse relacionamento. Talvez eu não seja boa o suficiente. Meu Deus, o que eu tinha dito? Depois de uns minutos que ele saiu tomei consciência do que eu tinha dito para o Justin. Não, Ele não Tinha culpa de nada. Minha mãe não tem razão. O quão ingrata eu estava sendo? O que eu estava me tornando? Não tenho costume de machucar ninguém com as palavras, pois sei como dói. Minha mãe nunca me deixou tomar esse tipo de atitude com outras pessoas. Não, eu não queria fazer essas coisas. não queria ferir o Justin com palavras nenhuma, Ele não tinha culpa de nada. Fiquei ali por horas me praguejando por ter falo coisas horríveis para o Justin. Quando deu 14:00 da tarde o Dr. Derek me deu alta. Disse que depois iria me visitar. Não tinha na ninguém me esperando do lado de fora, o que me deixou ainda mais deprimida. Peguei Meu celular do bolso e disque o número do Justin. Andava de um lado para o outro com o celular grudado no ouvido. Chamava... Chamava, e ele desligava. Ele realmente está chateado.
Insistente como eu sou, liguei mais algumas vezes e mesmo assim o orgulho dele ultrapassou a minha insistência.
Pedi pra que chamassem um táxi pra mim e assim foi feito, o táxi estava a minha espera em menos de 10 minutos. Pensei em ir para a casa do Justin, mas eu tenho certeza que ele não vai querer me ouvir. Então fui direto para casa. Quando eu cheguei a Jazzy estava no quarto, correndo de um lado para o outro. Lucy: Oi.
Jazzy: Oi, você está melhor? - ela largou a roupa no chão e me abraçou - cadê o Justin?
Lucy: Deve estar em casa. - me joguei na poltrona do seu quarto
Jazzy: Ele te deixou aqui e foi embora?
Lucy:Não. Eu vim de táxi, eu e ele brigamos.
Jazzy: Que porra é essa? Vocês brigam demais.
Lucy: a culpa foi minha dessa vez. Falei o que não deveria.
Jazzy: Por que não me ligou pra eu ir te buscar?
Lucy: Eu não queria fazer você voltar lá. Mas enfim... o que você está fazendo? -mudei de assunto.
Jazzy: adivinha? O Lucas me chamou pra viajar de novo.
Lucy: De novo?
Jazzy: aham, não é o máximo? - ela falava toda feliz
Lucy: Que bom. Vai pra onde agora?
Jazzy: Paris, a cidade do amor. - ela rodopiou pelo quarto
Lucy: ai, o Lucas está se mostrando mais apaixonado do que nunca.
Jazzy: Eu estou amando. Nossa, como eu amo ele Lucy. Desde de pequenos, e agora estamos juntos.
Lucy: Fico feliz por você, por vocês dois.
Jazzy: parece coisa de filme né? Eu e Lucas, você e o Justin.
Lucy: Vai me deixar sozinha de novo.
Jazzy: sozinha não. Vou te deixar com o Justin.
Lucy : ore pra aqui até lá a gente esteja juntos.
Jazzy: Lucy, não fale isso.
Lucy : brincadeira. Você vai voltar a tempo da inauguração?
Jazzy: Sim, e pronta pra exercer minha profissão lá.
Lucy: Tá. Eu vou dormir um pouco, porque eu ainda não estou bem. Quando sair você me fala.
Jazzy : ta bom.
Sai do quarto dela e fui para o meu. Tirei minha sandália e deitei na cama com roupa e tudo. Estava exausta demais, chateada demais, precisava dormir.
JUSTIN ON
Pattie: Justin, tem um homem lá embaixo morto. Você pode me falar que merda está acontecendo?
Eu não tinha muito o que falar. Eu estava tão aéreo, tão pensativo. Depois que sai do hospital, e cheguei aqui em casa, um dos meus homens estava morto. E em cada carro meu tinha escrito vingança com sangue. Mandei que limpasse tudo, mas antes minha mãe tinha chegado. Eu já sabia quem era que estava por trás disso. Sabia que ele iria me afrontar de novo, sabia que ele queria tudo aquilo que eu tinha tomado dele, sabia que ele queria que eu sentisse a dor que ele sentiu e isso deixou minha cabeça pinicando. Eu fiquei longe disso por muito tempo, cuidava das coisas de longe, mas agora está virando algo pessoal. Eu andava de um lado para o outro pensando no que eu iria entrar agora em diante. Eu até entendo a razão dele está com raiva, mas eu entrei em uma emboscada, não sabia que estava matando alguém que tinha parte com ele. Eu me arrependi tanto depois, mas agora não tem nada que possa fazer, a não ser enfrentar as consequências. A pessoa que eu havia me tornado a 2 anos atrás, viria a tona agora. Mas eu iria continuar guardando minha verdadeira identidade em segredo.
Pattie: Justin, eu exijo explicação. - ela berrava. Estava tão assustada e eu estava tão nervoso.
Justin: Cala a boca. -gritei, saindo do controle.
Ela sentou no sofá e começou a chorar. Eu não via muito minha mãe, quase nunca ia na casa dela, e agora ela aparece logo na hora errada. Eu sei que ela está preocupada, mas eu também estou um caos.
Justin: Mãe, relaxa ta bom? Me desculpa.
Pattie: Você é um estúpido.
Justin : Eu sei, Eu sei.
Pattie: Justin, diga que nada está acontecendo e que nada vai acontecer.
Justin: Eu prometo que nada vai acontecer ta bom?
Pattie: uhum.- ela me abraçou
Patricia, minha mãe. Nunca a tratei da melhor forma, Nunca fui o melhor filho, Nunca a respeitei como mãe, mas eu prometo que eu vou até o inferno pra proteger ela e todos que eu amo.
Justin: faz assim, vai pra casa, descansa um pouco, tenta não contar o que viu a ninguém. Mandarei alguns homens pra ficar escoltando a casa.
Pattie: Mais seguranças?
Justin: Mais mãe. Eu não sei o que está acontecendo. Não sei do que são capazes, eu não sei nem que está por trás disso e nem os motivos. Por favor, faça o que eu estou mandando.
Pattie: ta bom. - ela se levantou e eu também
Justin: Vou mandar um dos seguranças acompanhar você em casa. Não se preocupe, tudo vai ficar bem. Irei pra Nova York amanhã pra resolver alguns problemas, voltarei dentre 3 dias. Até lá quero que tenha cuidado, fique alerta, não saia sem segurança.
Pattie: Ta bom. Tome cuidado também por favor.
Justin: terei. - beijei o topo da sua cabeça e levei ela até o elevador.
Pattie: tchau.
Então ela foi embora. Estava tão nervoso, estressado, ansioso. Subi para o quarto, tomei uma ducha rápida e desci para o escritório, levando comigo uma garrafa de vinho pra relaxar. Vai ser uma semana difícil.
JUSTIN OFF
ACORDO NUM SOBRESSALTO, um pouco sonolenta. Dormir por quanto tempo? A porta está entreaberta. O quarto escuro, ergo os olhos. Vejo uma sombra em pé perto da varanda do quarto. Sento na cama rápido e ligo a luz do abaju. Olho de novo pra varanda mas não tem ninguém lá, apenas a cortina balançando por conta do vento. Será que foi minha imaginação? Levanto e vou até a varanda, olho ao redor e fecho a porta. Volto para o quarto e o despertador marca 00:15 da madrugada. Dormir pra caralho, a Jazzy já deve ter ido. Saio do quarto meio tonta e vou pra cozinha. Um papel colado na parede me desperta.
- Não queria acorda-lá, então fui sem me despedir mesmo. Mandarei beijos e abraços para o seu irmão por você. Tenha uma ótima semana, me liga quando acordar
Olhei atrás do papel e tinha escrito vingança; não me importei muito, deixei o papel em cima da bancada e fui beber um copo com água, depois voltei para o meu quarto.
Sento-me na cama e pego meu celular. Eu não quero ficar aqui sozinha. Disco o número do Justin e depois de algumas vezes chamando, ele finalmente atende.
- Amor
-O que aconteceu Lucy? - ele falava meio sonolento. Creio que acordei ele.
-estava dormindo?
- São 00:20, acha o que? Você está bem?
- Sim, estou. Justin, me desculpe por... - ele interrompeu
- Agora é 00:21 não é hora.
-Estou sozinha. A Jazzy viajou agora de tarde com o Lucas.
-Vai dormir um pouco Lucy.
-Eu estava dormindo. Mas quando acordei vi alguém em pé do lado da porta da varanda.
-O que? - ele desperta- Você tem certeza?
-Estava escuro, não dava pra ver muita coisa. Apenas conseguir ver uma sombra me observando, mas quando liguei a luz não tinha mais ninguém.
-você está em que lugar da casa?
- no quarto agora.
- Vá pra sala, fique lá até eu chegar ai.
- Deve ser minha imaginação Justin. Nada demais.
-Faça o que estou mandando.
-ta. -faço o que ele pede.
-Daqui a uns 15 minutos eu chego aí. - ele desliga o celular.
Justin conseguiu me deixar nervosa. Será que tinha alguém aqui mesmo? Mas quem? Espero nervosa os 15 minutos passar. Quando a campainha toca, dou um pulo do sofá e vou abrir. Justin está em pé na porta, com uma regata branca, uma jaqueta de couro preta e uma calça jeans surrada. Estava sexy para uma hora daquelas.
Envolvo meu braço ao redor do seu pescoço e abraço forte.
Justin: Você está bem?
Lucy: melhor agora com você aqui.
Justin: Vim te buscar.
Lucy: Não está exagerando? Deve ser coisa da minha mente.
Justin: E se não foi coisa da sua imaginação? Vamos, pegue o que tem de pegar.
Justin entra e vai direto para o meu quarto. Vou atrás dele, ainda achando tudo muito exagerado. O vento entra com tudo no quarto deixando meus pelos arrepiados.
Lucy : Que frio.
Justin: Deixou a porta da varanda aberta?
Lucy: Não. Tinha fechado antes de ir a cozinha, e quando voltei aqui ainda estava fechada... e agora está -sussurro- tem alguém aqui?
Justin entra no closet e sai minutos depois carregando uma bolsa, uma calça e uma jaqueta na mão.
Justin: Tome, vista isso. - ele joga a calça pra mim
Visto rapidamente a calça e ele joga a jaqueta nos meus ombros. Ele fecha a porta da varanda e aperta minha mão, me levando pra fora do quarto.
Lucy: Justin, quem está aqui?
-----------------------------------------------
Meninas, capitulo 22 pra vocês. leiam e comentem!
beijos
Tai
AVISO!
Meninas, estou sem celular por enquanto, ou seja, sem whatssap. Estou fazendo o máximo pra postar para vocês, só preciso de paciência. Oh gente comentem por favor, só teve 1 comentário na ultima postagem, frustrante. Enfim... qualquer coisa falem comigo no facebook: Taiane Oliveira.
beijos
Tai
beijos
Tai
Assinar:
Postagens (Atom)


